Roteiros
Por entre encantos e recantos…

Celorico da Beira
Por entre encantos e recantos…

O Verão convida a belos momentos passados à fresca de uma sombra, à beira de um rio, à beira da brisa de uma Serra de encantos, à beira da história de uma terra, à beira das gentes de uma região. É isto que o concelho de Celorico da Beira pode oferecer a quem queira desfrutar de momentos únicos…

 

Por entre a paisagem e as gentes Gouveia
Por entre a paisagem e as gentes

Seduzidos pelo encanto da montanha, a descoberta do concelho de Gouveia transportanos para uma Natureza que nos delicia em cada recanto. Passo a passo, os testemunhos da historia e das gentes presenteia-nos com memórias que emprestam a cada visita um toque subtil. Entre a montanha, os vales e os vinhedos constrói-se uma terra de muitos saberes vivos que continua a marcar uma região.

 

Séculos de tradição…

S. João da Pesqueira
Séculos de tradição…

A sedução de uma aventura começa não só por um pensamento solitário mas, também, por aquilo que se deseja partilhado. Ou, então, uma partilha que se traduz num regresso a uma aventura de descoberta de pedaços de vida por entre uma terra de gentes, de tradições e de costumes seculares. Por entre os socalcos do Douro, estamos de regresso por um dia entre o Outono e o Inverno que faz inveja ao melhor dos sonhos.

 

Pelo (en)canto do concelho

Covilhã
Pelo (en)canto do concelho

"Covilhã cidade neve
Fiandeira alegre e contente
És o gesto que descreve
O passado heróico e valente

És das beiras a rainha
O teu nome é nome de povo
És um beiral de andorinha
Covilhã tu és sangue novo."

 

Fundão: Entre poemas e a terra

Fundão: Entre poemas e a terra

O meu país sabe as amoras bravas no verão.
Ninguém ignora que não é grande,
nem inteligente, nem elegante o meu país,
mas tem esta voz doce
de quem acorda cedo para cantar nas silvas.
(…)

Eugénio de Andrade ("O Outro Nome da Terra")

 

Guarda: História e natureza

Guarda: História e natureza

“Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.
É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...”

Augusto Gil

 

Doce terra...

Doce terra...

Se és água corredia,
Valha-me a Virgem Maria;
Se és água encharcada,
Valha-me a Virgem Consagrada;
Se és água de ribeiro,
Valha-me o Deus verdadeiro.
(velha lenda)

 

Peregrinações por Sernancelhe

Por terras de Riba Côa
Numa paisagem raiana

Num concelho marcado por uma história que se entrelaça com o viver das gentes da raia, a proposta de descoberta vai ao encontro de uma natural presença em terras de Riba Côa. A diversidade da paisagem, marcada pela reserva da Serra da Malcata, o planalto raiano, o vale do rio Côa e a riqueza histórica, monumental e de património cultural, proporciona-nos motivos únicos para percorrermos alguns caminhos.

 

Peregrinações por Sernancelhe

Peregrinações por Sernancelhe

Por Terras do Demo, andaremos em peregrinação por caminhos onde a fé e a cultura de um povo se confundem para darem um sabor único à História do concelho de Sernancelhe. Esta denominação tem a assinatura de um dos mais conhecidos filhos da terra, Aquilino Ribeiro que muito emprestou o seu saber e da sua arte de escrita à divulgação da alma do concelho.
Situada por entre as serras da Lapa e das Zebreiras, entre soutos e por entre o vale do rio Távora, o concelho guarda histórias únicas que fazem parte dum todo colectivo.


Pelas Pegadas do Tempo

Pelas pegadas do tempo

É assim que se pode despertar num verdadeiro horizonte de sentidos. De um lado, o planalto; do outro, o Douro e o Côa; do outro, a história… Por entre estes recortes, eleva-se um concelho que tece memórias em cada canto que se descobre. Ao reconhecimento do mundo, não escapa uma história de muitas vidas escritas num livro que importa decifrar.

 

Por Manteigas

Manteigas
À beira do vale glaciar do Zêzere

A região da Serra da Estrela é povoada por uma auréola de mistério. O relevo marca uma fronteira natural entre o Norte e o Sul do país. As paisagens misturam-se por entre uma flora majestosa tão diferentes entre os verdejantes vales e as altas altitudes onde os Invernos se sentem no íntimo de quem por lá vive. No ar, resta a melancolia de uma Natureza à espera de ser descoberta em cada recanto e onde os testemunhos do Homem continuam indeléveis.

 

Seia: Natureza, cultura e gentes...

Seia: Natureza, cultura e gentes...

Do cimo da montanha, os olhos perdem-se no horizonte. Nos vales profundos, no engenho e na arte das gentes perdura a tenacidade de gerações herdeiras de um passado histórico. A natureza oferece estados puros de prazer para serem desfrutados em cada tempo de descoberta. Assim é o concelho de Seia numa proposta irrecusável de visita.

 

Por terras de Cabral

Belmonte
Por terras de Cabral

Dos confins do tempo, dos caminhos da História, das lendas do povo, dos saberes das gentes nasce, cresce e afirma-se uma terra. Desde sempre, marcada pelos grandes momentos da História de Portugal, Belmonte sempre soube honrar a sua memória, a memória dos seus filhos e de todos aqueles que desejaram fazer deste lugar o berço de uma família.

 

Sentinela histórica

Penamacor
Sentinela histórica

A descoberta do concelho de Penamacor passa, desta vez, por outra vertente de uma visita onde a cultura se mistura com o gosto da observação da Natureza e da paisagem.

 

Pela estrela fortificada...

Alma até Almeida
Pela estrela fortificada...

No recorte do horizonte, surge o encadeamento da muralha da fortaleza. O baluarte representa um símbolo sempre presente na memória das gentes de Portugal. Num concelho onde o planalto une o céu e a terra, partimos à descoberta da terra das gentes da raia numa alma grande até Almeida…

 

De Pelourinho a Pelourinho...

Em Trancoso
De Pelourinho a Pelourinho...

“Vou-me à feira de Trancoso
Logo em nome de Jesu,
E farei dinheiro grosso.
Do que este azeite render
Comprarei ovos de prata,
Que he coisa mais barata
Qu`eu de lá posso trazer.”
Gil Vicente

 

Entre a serra e o rio

Celorico da Beira
Entre a serra e o rio

Vamos embalados pelo doce vale do Mondego... A descoberta do concelho de Celorico da Beira encerra os horizontes de uma paisagem que se desdobra pelas margens do Mondego e pelos contra fortes da Estrela. Terra de Sacadura Cabral, as descobertas de hoje permitem ligações a um passado distante mas que, ao longo dos dias idos, conseguiu trazer até nós o verdadeiro testemunho do tempo e das gentes que vincaram a sua personalidade no livro de ouro da história do concelho.


Na Região D’ouro Marcada

São João da Pesqueira
Na Região D’ouro Marcada

Ao longe, no horizonte, a luz do dia ilumina uma paisagem feita de tranquilidade. Os vinhedos, amanhados com o suor das gentes, eterniza o sentimento de apego a uma terra de xisto que não esconde as emoções da vida. Em
cada socalco, em cada cepa, em cada perfume vinhateiro ficam as memórias e as recordações de um passeio à beira Douro pleno de sentimento

À descoberta da Natureza

Por Gouveia
À descoberta da Natureza

Depois dos dias soalheiros de Outono, eis que se avizinha o Inverno… Pelas últimas cores da estação, percorremos trilhos vivos em plena Natureza que nos mostram a grandiosidade das terras em redor de Gouveia. A paisagem enche-nos o olho, o pensamento esgueira-se ao sabor do vento no alto da Santinha. Lá no fundo, na encosta, espreita um concelho onde a história não se confronta com falta de referências e se combina com o saber das gentes e na simplicidade dos gestos. A terra de muitas cores e de saber escrito fica mesmo aqui ao lado.

 

A escutar as pedras que falam…

Por Fornos de Algodres
A escutar as pedras que falam…

São mais de cinco mil anos de história a percorrer os caminhos do tempo...
Por entre a natureza sobranceira do vale do Mondego, erguem-se as terras do concelho de Fornos de Algodres. Da pré-história aos dias de hoje, o ritmo do tempo é marcado pelo correr dos anos à beira das gentes, das tradições e da cultura. Aos poucos, a história do concelho ergue-se com a vontade de crescer com a genialidade de um povo beirão.

 

Pelo concelho encantado…

Figueira de Castelo Rodrigo
Pelo concelho encantado.

Nas nossas descobertas por estas bandas rumamos, de novo, ao planalto de Riba Côa. Por entre a história edificada do património humano, partimos à descoberta de outras histórias, as histórias de terras que ao longo dos anos souberam perpetuar a memória colectiva de gentes e de saberes.

 

Percorrendo a “Terra Fria”

Em Pinhel Falcão…
Percorrendo a “Terra Fria”

Do alto do castelo, a vista perde-se no horizonte. A cidade falcão recebe-nos para uma visita guiada à história de um concelho vivo. Desde tempos remotos, a população fixou-se na região imprimindo um cunho único a esta terra entre vinhedos, searas e o rio Côa. Por cada povo que passamos, sentimos o andar dos tempos cada vez mais lento… São os sinais da era sem, no entanto, vincar o rosto das gentes sempre presentes no dia a dia de cada concelho.

 

Por entre a lenda e a tradição histórica

Por entre a lenda e a tradição histórica

À beira do Inverno, descemos na latitude à procura de outras paragens. Pela tranquilidade da paisagem dá vontade de se desfrutar do recorte das montanhas que envolvem Penamacor. De um lado, bem ao longe, a Estrela; do outro lado a Malcata e, em fundo, as serranias de Monsanto. Dividido entre a Beira e a Raia, o concelho de Penamacor encerra belezas únicas no património humano, cultural e edificado que vale a pena descobrir.

 

A terra, o frio, as gentes…

Trancoso
A terra, o frio, as gentes…

“...chegámos a uma vilória antiga, metida dentro de muralhas.
Que fantástico povinho! Só vendo-os de pedra e cal, se acredita neles.
- Não será Trancoso...? (...)
O nome é assim patusco. Olhe contaram-me que era de lá o vosso Nostradamus e um padre raro, único, um padre em que pelos vistos encarnou o génio da espécie.”

Aquilino Ribeiro

 

Os vinhedos as gentes, e a história...

Pela Meda
Os vinhedos as gentes, e a história...

Quem por aquelas bandas passa, a imagem de um planalto virado entre a paisagem do Douro e a planura da Beira deixa transparecer uma tranquilidade de espírito. Entre o mundo de duas beiras e o apelo à história, o concelho da Meda oferece, a quem o visita, um mundo de descobertas que passam por uma multiplicidade de sensações. Agora que nos aproximamos do Verão, os dias quentes convidam a uma descoberta diferente pelos caminhos empoeirados por entre vinhedos, azinho e carvalhos numa paisagem dividida entre o xisto e o granito.

 

De Castelo Rodrigo... às encostas da Marofa

De Castelo Rodrigo... às encostas da Marofa

Do alto da memória, ficam os horizontes de uma planura repousante onde a tranquilidade dos dias sucede aos testemunhos da história. Em cada canto deste concelho fica a certeza de uma afirmação íntima desenhada no passado do rosto das gentes. Aqui vamos nós à descoberta da Vila Branca ou, para muitos, Terra da Cegonha... Um nome curioso que deriva do facto da existência de um ninho de cegonha no alto da cúpula da igreja e que, reza a tradição, vai perdurar enquanto a vila existir...

 

   
 

 

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Última modificação:21-07-2009