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Por terras de Riba Côa
Numa paisagem raiana
Num concelho marcado por uma história que se entrelaça com o viver das gentes da raia, a proposta de descoberta vai ao encontro de uma natural presença em terras de Riba Côa. A diversidade da paisagem, marcada pela reserva da Serra da Malcata, o planalto raiano, o vale do rio Côa e a riqueza histórica, monumental e de património cultural, proporciona-nos motivos únicos para percorrermos alguns caminhos.
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Peregrinações por Sernancelhe
Por Terras do Demo, andaremos em peregrinação por caminhos onde a fé e a cultura de um povo se confundem para darem um sabor único à História do concelho de Sernancelhe. Esta denominação tem a assinatura de um dos mais conhecidos filhos da terra, Aquilino Ribeiro que muito emprestou o seu saber e da sua arte de escrita à divulgação da alma do concelho.
Situada por entre as serras da Lapa e das Zebreiras, entre soutos e por entre o vale do rio Távora, o concelho guarda histórias únicas que fazem parte dum todo colectivo.
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Pelas pegadas do tempo
É assim que se pode despertar num verdadeiro horizonte de sentidos. De um lado, o planalto; do outro, o Douro e o Côa; do outro, a história… Por entre estes recortes, eleva-se um concelho que tece memórias em cada canto que se descobre. Ao reconhecimento do mundo, não escapa uma história de muitas vidas escritas num livro que importa decifrar.
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Manteigas
À beira do vale glaciar do Zêzere
A região da Serra da Estrela é povoada por uma auréola de mistério. O relevo marca uma fronteira natural entre o Norte e o Sul do país. As paisagens misturam-se por entre uma flora majestosa tão diferentes entre os verdejantes vales e as altas altitudes onde os Invernos se sentem no íntimo de quem por lá vive. No ar, resta a melancolia de uma Natureza à espera de ser descoberta em cada recanto e onde os testemunhos do Homem continuam indeléveis.
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Seia: Natureza, cultura e gentes...
Do cimo da montanha, os olhos perdem-se no horizonte. Nos vales profundos, no engenho e na arte das gentes perdura a tenacidade de gerações herdeiras de um passado histórico. A natureza oferece estados puros de prazer para serem desfrutados em cada tempo de descoberta. Assim é o concelho de Seia numa proposta irrecusável de visita.
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Belmonte
Por terras de Cabral
Dos confins do tempo, dos caminhos da História, das lendas do povo, dos saberes das gentes nasce, cresce e afirma-se uma terra. Desde sempre, marcada pelos grandes momentos da História de Portugal, Belmonte sempre soube honrar a sua memória, a memória dos seus filhos e de todos aqueles que desejaram fazer deste lugar o berço de uma família.
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Penamacor
Sentinela histórica
A descoberta do concelho de Penamacor passa, desta vez, por outra vertente de uma visita onde a cultura se mistura com o gosto da observação da Natureza e da paisagem.
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Alma até Almeida
Pela estrela fortificada...
No recorte do horizonte, surge o encadeamento da muralha da fortaleza. O baluarte representa um símbolo sempre presente na memória das gentes de Portugal. Num concelho onde o planalto une o céu e a terra, partimos à descoberta da terra das gentes da raia numa alma grande até Almeida…
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Em Trancoso
De Pelourinho a Pelourinho...
“Vou-me à feira de Trancoso
Logo em nome de Jesu,
E farei dinheiro grosso.
Do que este azeite render
Comprarei ovos de prata,
Que he coisa mais barata
Qu`eu de lá posso trazer.”
Gil Vicente
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Celorico da Beira
Entre a serra e o rio
Vamos embalados pelo doce vale do Mondego... A descoberta do concelho de Celorico da Beira encerra os horizontes de uma paisagem que se desdobra pelas margens do Mondego e pelos contra fortes da Estrela. Terra de Sacadura Cabral, as descobertas de hoje permitem ligações a um passado distante mas que, ao longo dos dias idos, conseguiu trazer até nós o verdadeiro testemunho do tempo e das gentes que vincaram a sua personalidade no livro de ouro da história do concelho.
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São João da Pesqueira
Na Região D’ouro Marcada
Ao longe, no horizonte, a luz do dia ilumina uma paisagem feita de tranquilidade. Os vinhedos, amanhados com o suor das gentes, eterniza o sentimento de apego a uma terra de xisto que não esconde as emoções da vida. Em cada socalco, em cada cepa, em cada perfume vinhateiro ficam as memórias e as recordações de um passeio à beira Douro pleno de sentimento
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Por Gouveia
À descoberta da Natureza
Depois dos dias soalheiros de Outono, eis que se avizinha o Inverno… Pelas últimas cores da estação, percorremos trilhos vivos em plena Natureza que nos mostram a grandiosidade das terras em redor de Gouveia. A paisagem enche-nos o olho, o pensamento esgueira-se ao sabor do vento no alto da Santinha. Lá no fundo, na encosta, espreita um concelho onde a história não se confronta com falta de referências e se combina com o saber das gentes e na simplicidade dos gestos. A terra de muitas cores e de saber escrito fica mesmo aqui ao lado.
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Por Fornos de Algodres
A escutar as pedras que falam…
São mais de cinco mil anos de história a percorrer os caminhos do tempo...
Por entre a natureza sobranceira do vale do Mondego, erguem-se as terras do concelho de Fornos de Algodres. Da pré-história aos dias de hoje, o ritmo do tempo é marcado pelo correr dos anos à beira das gentes, das tradições e da cultura. Aos poucos, a história do concelho ergue-se com a vontade de crescer com a genialidade de um povo beirão.
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Figueira de Castelo Rodrigo
Pelo concelho encantado…
Nas nossas descobertas por estas bandas rumamos, de novo, ao planalto de Riba Côa. Por entre a história edificada do património humano, partimos à descoberta de outras histórias, as histórias de terras que ao longo dos anos souberam perpetuar a memória colectiva de gentes e de saberes.
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Em Pinhel Falcão…
Percorrendo
a “Terra Fria”
Do alto do castelo, a vista perde-se no horizonte. A cidade falcão
recebe-nos para uma visita guiada à história de um
concelho vivo. Desde tempos remotos, a população fixou-se
na região imprimindo um cunho único a esta terra entre
vinhedos, searas e o rio Côa. Por cada povo que passamos, sentimos
o andar dos tempos cada vez mais lento… São os sinais
da era sem, no entanto, vincar o rosto das gentes sempre presentes
no dia a dia de cada concelho.
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Por
entre a lenda e a tradição histórica
À beira do Inverno, descemos na latitude à procura
de outras paragens. Pela tranquilidade da paisagem dá vontade
de se desfrutar do recorte das montanhas que envolvem Penamacor.
De um lado, bem ao longe, a Estrela; do outro lado a Malcata
e, em fundo, as serranias de Monsanto. Dividido entre a Beira
e a Raia, o concelho de Penamacor encerra belezas únicas
no património humano, cultural e edificado que vale a
pena descobrir.
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Trancoso
A
terra, o frio, as gentes…
“...chegámos a uma vilória antiga, metida
dentro de muralhas.
Que fantástico povinho! Só vendo-os de pedra e cal, se acredita
neles.
- Não será Trancoso...? (...)
O nome é assim patusco. Olhe contaram-me que era de lá o
vosso Nostradamus e um padre raro, único, um padre em que pelos
vistos encarnou o génio da espécie.”
Aquilino Ribeiro
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Pela Meda
Os
vinhedos as gentes, e a história...
Quem por aquelas bandas passa, a imagem de um planalto virado
entre a paisagem do Douro e a planura da Beira deixa transparecer
uma tranquilidade de espírito. Entre o mundo de duas beiras
e o apelo à história, o concelho da Meda oferece,
a quem o visita, um mundo de descobertas que passam por uma multiplicidade
de sensações. Agora que nos aproximamos do Verão,
os dias quentes convidam a uma descoberta diferente pelos caminhos
empoeirados por entre vinhedos, azinho e carvalhos numa paisagem
dividida entre o xisto e o granito.
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De
Castelo Rodrigo... às encostas da Marofa
Do alto da memória, ficam os horizontes de uma planura
repousante onde a tranquilidade dos dias sucede aos testemunhos
da história. Em cada canto deste concelho fica a certeza
de uma afirmação íntima desenhada no passado
do rosto das gentes. Aqui vamos nós à descoberta da
Vila Branca ou, para muitos, Terra da Cegonha... Um nome curioso
que deriva do facto da existência de um ninho de cegonha no
alto da cúpula da igreja e que, reza a tradição,
vai perdurar enquanto a vila existir...
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