Após 20 anos de comercialização, o SUV de topo da Audi conhece a terceira geração pese embora um registo de vendas pouco animador. Porém, o novo Audi Q7 vai tentar impor-se nos mercados norte-americano e chinês. Dessa maneira, oferece maior imponência e um habitáculo requintado. Quanto às motorizações, regressa o diesel e há híbridos no horizonte. Algumas novidades ficarão para 2027.
O novo Audi Q7 fica imediatamente abaixo do Q9, modelo que a casa alemã já partilhou o interior. O modelo chega à terceira geração depois de 20 anos de permanência na gama da casa de Ingolstadt. Deixou de ser o topo de gama da Audi, mas surge mais musculado e com mais luxo e tecnologia. Sendo que o Q9 não passa de uma versão “esticada” deste Q7. Quanto a rivais, temos o BMW X5, o Mercedes GLC e alguns produtos chineses. Recupera-se, assim, uma rivalidade com 20 anos com o X5.

Novo Audi Q7 com estilo musculado
Com efeito, o novo Audi Q7 está muito mais musculado. A frente é muito elevada com guarda-lamas musculados e ilhargas traseiras alargadas. Por outro lado, a distância entre eixos manteve-se nos 3 metros.



A frente é dominada por uma enorme grelha que está por cima de outra grelha tripartida. Os faróis são muito finos e ficam por cima dos nichos onde estão os faróis principais e os de nevoeiro. As luzes LED Matrix são mais avançadas ao permitirem projetar avisos sobre situações como, por exemplo, estradas geladas.

Mas há mais recursos inteligentes na iluminação como o aviso projetado para os utentes a estrada que se aproximam saibam que uma das portas está prestes a ser aberta. Por outro lado, as luzes traseiras podem alertar para acidentes ou avarias.

Interior com qualidade, luxo e tecnologia
De acordo com as imagens, percebe-se que há um ecrã OLED curvo que vai de um extremo até mais de meio do carro. Que alberga o painel de instrumentos e o de apoio ao sistema multimédia. O passageiro terá um ecrã só para si.

Por outro lado, o modelo oferece um tejadilho de vidro panorâmico que passa de transparente a opaco (graças a 72 LED integrados) e que tem memória. Ou seja, quando regressa ao carro e o coloca a trabalhar, lembra-se da afinação anterior.




No que concerne a arrumação dos bancos, podem ter sete, seis ou cinco lugares, pese embora, para já, só o mercado norte-americano ter três filas de bancos. E, pela primeira vez, há a possibilidade de encomendar o Q7 com a segunda fila de bancos com duas poltronas individuais ao invés de um banco corrido de três lugares.




Há mais espaço disponível para os ocupantes e na bagageira a capacidade começa nos 722 litros até aos 2 mil litros. Dizer, também, que os materiais nobres como a madeira e o couro fazem parte dos materiais usados no Q7.

Memória de elefante…
O novo Audi Q7 pode memorizar até cinco manobras de estacionamento num espaço de 200 metros e pode fazer marcha-atrás sozinho no espaço de 50 metros. E pode, ainda, encostar-se à berma se o condutor não tiver reações por desmaio ou doença súbita, ao mesmo tempo que comunica com os serviços de emergência.

Novo Audi Q7 com motores para todos os gostos
Com efeito há escolhas a gasolina e a gasóleo. Mas antes dizer que há três tipos de suspensões: passivas, adaptativas pneumáticas e adaptativas desportivas que oferecem um rebaixamento de 3 centímetros. As jantes vão das 20 às 23 polegadas, estas como opcional. Tem direção às quatro rodas de série. A suspensão pode usar os dados da navegação para preparar o carro para obstáculos, elevando a suspensão, ou rebaixar o carro para permitir uma mais fácil entrada e saída de passageiros.

De acordo com a Audi, o primeiro motor disponível será um V6 TDI com hibridização suave que debita 299 cv e 630 Nm de binário. Depois, em 2027, chegarão duas versões PHEV com 395 e 490 cv, ambos V6 a gasolina.
Naturalmente que a transmissão integral quattro e a caixa automática Tiptronic com 8 velocidades fazem parte da oferta do novo Audi Q7.






