No meio da selva urbana da Covilhã há um paraíso secreto de luxo que estimula os sentidos. Fomos descobrir o Pena D’Água Boutique Hotel & Villas ao volante do SUV 100% elétrico BMW iX xDrive40 Olhamos e não vemos que, na Covilhã, cidade serrana incrustada na Serra da Estrela, há um paraíso escondido.
Nasceu de uma casa senhorial e conheceu reviravolta tal que é o único a oferecer vilas no coração da Covilhã. Tendo como farol a sustentabilidade, nada melhor que conhecer o Pena D’Água Boutique Hotel & Villas a bordo do BMW iX xDrive40.

Elétrico, mas totalmente BMW
Apesar da posição de condução dominante, há um amplo espaço interior e quatro rodas motrizes. Dessa maneira, o BMW iX xDrive40 é um automóvel 100% elétrico no formato da moda que chega mais longe na exploração de novos lugares neste retângulo à beira-mar plantado.

Com toda a certeza, o estilo disruptivo, destaca um chassis em fibra de carbono e alumínio com um interior onde sabe muito em estar. Com tudo ao alcance da mão, a tecnologia embarcada deixa tirar excelente partido dos 325cv e dos mais de 400km de autonomia da bateria de 71kWh.

Este iX não é um automóvel para grandes proezas desportivas, porém é capaz de nos lançar até aos 100km/h em 6,1s. É, sobretudo, um excelente cruzador e levou-nos, rapidamente, ao nosso destino. Da Guarda à Covilhã, o BMW iX, gentilmente cedido pela A MatosCar, mostrou que a marca alemã mantém todos os atributos de prazer de condução, na transição para a era da mobilidade elétrica.

Pena d’Água, um hotel diferente
E tal como este SUV, o Pena D’Água é uma unidade hoteleira sustentável. Não só por reutilizar muito daquilo que existia na antiga casa senhorial que lhe deu origem, por dar preferência a materiais da região e servir-se de energias renováveis, mas também por usar apenas uma pena de água para alimentar grande parte das suas necessidades. Curioso? Nós explicamos…

Antes da entrada em vigor do sistema métrico decimal, as quantidades de água com que se mediam os caudais das nascentes, fontes, levadas, etc., tinham por unidade a “pena”. Aproximadamente o diâmetro de uma pena de pato. Assim, uma “pena de água” é uma medida, que se exprime pela quantidade de água necessária para encher 1 litro no espaço de 1 minuto.

Projeto familiar
Para Rui Jorge Barata e Carlota Vicente Barata, sua filha, este é um projeto de família e de amor. Amor à Covilhã e amor à hotelaria e restauração. “Nasci aqui nesta cidade e sempre gostei de regressar. A experiência com um alojamento local na casa onde nasci deu-me vontade de ir mais além e com a oportunidade de comprar esta casa, o sonho virou realidade.”

Esta era uma casa senhorial do final do Séc. XIX, pertença de uma família de industriais da Covilhã. Aqui se guardava azeite, azeitonas, batatas e restantes alimentos, mas também tecidos. Houve aqui uma enorme preocupação na recuperação de tudo o que estava dentro da casa. Das vigas e pilares aos candeeiros e portadas das janelas, são muitos os detalhes que podemos encontrar que foram restaurados e requalificados.

Um hotel no meio da cidade que abraça a Serra da Estrela
O Pena D’Água Boutique Hotel & Villas é um hotel ligado à natureza e à montanha. Como a muitos outros empreendedores a pandemia pôs travão nos sonhos de Rui Barata. Mas com determinação e vontade, foi-se levantando o pé, a tormenta passou e tudo entrou no ritmo certo.

A primeira surpresa está escondida no nome. Um hotel no meio da cidade com vilas! “Essa é uma exclamação que quase todos fazem.” Pode parecer um edifício pequeno, mas, sendo uma antiga casa senhorial, o espaço disponível permite-nos encontrar aqui 27 alojamentos – Suites Familiar e Executiva, Quartos Supreme e Classic e as Villas Familiar e Executiva.

Todos decorados de uma forma peculiar onde as cores fortes da montanha e da floresta predominam, como o ocre, verdes, castanhos e cinzentos, numa combinação perfeita entre modernidade, sustentabilidade e reutilização. “Quisemos uma unidade hoteleira moderna, com toda a tecnologia que permite adicionar conforto, mas perfeitamente sustentável. Por isso temos painéis solares, fotovoltaicos e utilizamos água de uma nascente ao mesmo tempo que reciclamos água para eliminar o desperdício.”

O Pena d’Água tem piscina e muitos programas
Mas as surpresas não param. A piscina exterior está virada para a Serra da Estrela e mergulhar na água tépida é um prazer para os sentidos. Relaxar no “deck” superior, uma vez mais, olhando a natureza a perder de vista, estando dentro de uma cidade, é algo verdadeiramente fantástico.

Para lá dos passeios pedestres e BTT, provas de vinhos, circuitos de visita à Covilhã em veículo 100% elétrico e salas para eventos, encontramos ainda o laboratório do Pena D’Água, onde uma bióloga utiliza espécies autóctones, colhidas na Serra da Estrela, para desenvolver efusões usadas no SPA, que conta com piscina interior, Banho Turco e Sauna, e ainda os óleos usados nas várias massagens propostas.

Uma das notas que ficam desta visita são os livros e as obras de arte espalhados um pouco por todo o lado. “Queremos que a cultura nunca se despegue do prazer do ócio e, aqui na nossa casa, temos muito gosto que um pequeno-almoço seja acompanhado por leitura ou que uma pausa para descansar o corpo seja aproveitada para o conhecimento.”

Gastronomia de mãos dadas com a herança do passado
Claro está que a gastronomia não podia ficar de fora. O Açafrão, o premiado restaurante de cozinha de autor do Pena D’Água, preenche a lacuna deste género de espaços na Covilhã. Um espaço muito apreciado, sobretudo pelos visitantes estrangeiros que procuram “a nossa gastronomia, os nossos vinhos, mas sempre de qualidade superior”.

Tivemos “pena” de deixar este lugar onde luxo e prazer andam de mãos dadas, mas tínhamos o iX à nossa espera para mais alguns quilómetros de tranquilidade e paz de espírito, combinadas com emoção suficiente nas curvas e contracurvas das estradas serranas, sempre com absoluta segurança.

Para trás, ficava a qualidade no atendimento, a simpatia dos anfitriões e a atenção aos detalhes que revelam todo o cuidado colocado neste Pena D’Água Boutique Hotel & Villas. Visita obrigatória, não concordam?



