Mitsubishi Eclipse Cross PHEV chega a Portugal com várias novidades

O Mitsubishi Eclipse Cross PHEV acaba de chegar ao mercado nacional com uma profunda renovação, mantendo-se como híbrido plug-in.

O SUV da casa japonesa foi renovado e, posicionado entre o ASX e o Outlander, o Mitsubishi Eclipse Cross quer contribuir para uma melhor prestação da Mitsubishi no Velho Continente e em Portugal. A Mitsubishi posiciona o Eclipse Cross PHEV num segmento ambientalmente consciente que seja uma extensão da personalidade do condutor. Munida de um estudo feito em alguns países europeus, a Mitsubishi diz que 67% dos inquiridos circulam pelo menos 50% do tempo em modo 100% elétrico, que todos carregam os carros e que mais de 80% dos condutores efetuam carregamentos de 100 em 100 km.

Por tudo isto, a casa japonesa trouxe do Outlander o sistema híbrido “plug In” que permite que possa conduzir durante 89 dias consecutivos sem ligar o motor térmico. Ao 90ª dia, o motor de combustão interna liga-se por uma questão de precaução. Mas há mais! O Eclipse Cross oferece múltiplas possibilidade de carregamento (normal, rápido, usando o motor térmico para recuperar quilómetros de autonomia, carregamento autossuficiente e travagem regenerativa regulável) e compatibilidade V2X.

O Eclipse Cross PHEV tem capacidade de enviar energia para rede ou para um edifício até 10 dias.

No que toca ao estilo, o Eclipse Cross destaca a frente com o “Dynamic Shield” mais arrojado, uma forma em cunha e jantes de 18 polegadas. A traseira também foi redesenhada, desaparecendo o vidro duplo e nascendo no seu lugar uma zona que faz lembrar os modelos todo o terreno do passado com a roda pendurada no portão traseiro.

No interior, a evolução foi menor mantendo a arquitetura “Exo Horinzontal”. Ou seja, organiza tudo a partir de uma linha horizontal com a “Informação” em cima e os “Controlos” em baixo. Há um novo sistema “Display Audio” com compatibilidade com Android Auto e Apple Car Play. O “touch pad”, felizmente, desapareceu, sendo organizada de forma mais capaz a consola central.

Os bancos traseiros recebem novos encostos de cabeça e a bagageira conheceu um aumento de volume de 7%, ou seja, varia entre os 328 litros e os 1108 litros (com banco traseiro rebatido). A caixa de 12 litros por baixo do piso da bagageira manteve-se, mas o banco traseiro perde a regulação longitudinal.

Híbrido

O sistema híbrido do Mitsubishi Eclipse Cross tem um motor a gasolina com 2.4 litros (ciclo Atkinson com 98 CV e 211 Nm), uma unidade elétrica dianteira (82 CV e 137 Nm) e outra traseira (95 CV e 195 Nm), um gerador de 72 kW e uma bateria de iões de lítio com 13,8 kWh.

Oferece três modos de condução específicos. O EV tem uma velocidade limitada a 135 km/h e a propulsão está entregue aos motores elétricos alimentados pelos 13,8 kWh da bateria. Híbrido em Série, tem limite de velocidade nos 135 km/h, motor de combustão funciona para carregar a bateria durante a utilização. Finalmente, Híbrido Paralelo, onde as rodas dianteiras recebem binário do motor térmico, auxiliado pelo motor elétrico na frente. Sistema é ativado automaticamente a velocidades superiores a 135 km/h, regressando ao modo Híbrido em Série quando a velocidade baixa desse limite.

Contas feitas, a Mitsubishi reclama para o Eclipse Cross um consumo de 2,0l/100 km e emissões de CO2 de 46 g/km (ciclo WLTP), sendo que o condutor pode acionar os modos EV (prioridade à circulação 100% elétrica), Save (preserva a carga da bateria) e Charge (força o carregamento através do motor térmico).

As patilhas atrás do volante regulam a regeneração da travagem e da desaceleração em seis níveis

O sistema de tração integral S-AWC é uma reminiscência do famoso Lancer Evolution e é usado no Eclipse Cross. Por definição é uma tecnologia abrangente de controlo da dinâmica do veículo, que inclui diferentes interpretações do mesmo princípio consoante a configuração técnica de cada veículo: destina-se sempre a gerir as forças de tração e de travagem das quatro rodas, em particular através da regulação da distribuição do binário entre as rodas esquerda e direita.

A distribuição do binário entre a frente e a traseira é definida pela comunicação entre os dois motores elétricos. Está também presente o sistema Active YAW Control (AYC), que controla os travões e a direção assistida para repartir corretamente o binário entre as rodas dos lados esquerdo e direito.

Como complemento, o Eclipse Cross PHEV está equipado com um seletor do modo de condução, cuja escolha manual do condutor, adapta a gestão do S-AWC de forma ideal às diferentes condições de condução, conforme a necessidade: “Tarmac” (asfalto), “Gravel” (terra), “Snow” (neve ou gelo), “Normal” (todos os tipos de piso), “Eco” (alcatrão).

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Preço e equipamento

O Mitsubishi Eclipse Cross PHEV será vendido num único nível de equipamento, eMotion, cuja lista de equipamento é extensa, englobando itens como faróis dianteiros (incluindo os de nevoeiro) totalmente em LED, jantes de 18” e pneus 225/55, barras de tejadilho, câmara traseira, bancos em pele e alcântara (os dianteiros aquecidos), head-up display, volante em pele com comandos áudio e Bluetooth, cruise control e limitador de velocidade, ar condicionado automático bi-zona, sistema SDA de 8”, controlo remoto por smartphone e sete airbags (condutor, passageiro, cortina, laterais e joelhos.

O SUV da Mitsubishi já pode ser configurado no site da marca, e estará à venda já este mês com um preço a partir de 46 728 €. Elegível para os incentivos governamentais em vigor para veículos plug-in, a que se juntam as vantagens ao abrigo da fiscalidade verde, o Eclipse Cross tem uma campanha para empresas que coloca o preço nos 32 990 € + IVA e, como tal, no escalão de 10,0% de tributação autónoma.