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Francisco Carvalho volta a vencer

 

Segunda corrida…segundo pódio!

 

 

Edição de 26 Julho de 2007

Apenas a 4 pontos do título
Francisco Carvalho volta a vencer

O Circuito Vasco Sameiro, em Braga, foi palco de mais uma jornada do PTCC (Nacional de Velocidade) no passado fim-de-semana, onde Francisco Carvalho voltou a vencer uma das provas, alcançando a 2ª posição na 2ª prova. Não contente, com as duas subidas ao podium, o piloto da Guarda alcançou a 2ª pole position da temporada e voltou a ser o mais rápido em pista.

Francisco Carvalho conquistou a quarta vitória da época, beneficiando do facto de partir da “pole position” para dominar da primeira à última volta: “A partida foi fundamental, já que consegui manter os dois BMW atrás de mim. Ataquei muito forte nas três primeiras voltas, porque também sabia que, a partir daí, os meus pneus iam começar a perder eficácia. Depois o Ni Amorim exerceu alguma pressão, mas na sequência do desentendimento que teve com o César Campaniço, acabei por me limitar a levar o carro até ao fim”. Um domínio absoluto que “abria” boas perspectivas para a 2ª prova.

Segunda corrida…segundo pódio!

Invertidas as posições para a 2ª corrida, José Monroy (que conseguira o 2º lugar na 1ª corrida) fez uma partida extraordinária e passou da sexta à primeira posição no final da recta da meta. O piloto do BMW 320si esteve impecável face à pressão exercida pelos seus adversários e nem mesmo um super-motivado Francisco Carvalho conseguiu arrebatar a vitória ao piloto de Lisboa.
Partindo do oitavo lugar da grelha de partida, Francisco Carvalho, conseguiu terminar na segunda posição.

Com esta excelente prestação em Braga, Francisco Carvalho mantém a liderança da Categoria 4 (convém recordar que, com estas posições, o piloto da Guarda acaba por ser o vencedor em ambas as provas, nesta categoria) com um total de 108 pontos contra os 72 de Pina Cardoso e os 59 de Diogo Azevedo.

Segue-se um merecido período de férias, com o PTCC/Campeonato Nacional de Velocidade a ter a sua continuação no regressado Circuito de Vila Real marcado para 6 e 7 de Outubro.


CITROËN C-CROSSER

 

CITROËN C-CROSSER

 

Ao Volante

 

Ao Volante

 

 

 

 

CITROËN C-CROSSER
Estilo na estreia

A Citroën acaba de apresentar o seu novo SUV (Sport Utility Vehicle) que representa a estreia da marca num segmento que tem vindo a conhecer um crescimento contínuo, nos últimos anos. O C-Crosser - apresentado pela primeira vez no Salão de Genebra 2007 - iniciará de imediato a sua comercialização na Europa.

A marca francesa continua assim o alargamento da sua oferta ao propor um veículo topo de gama cuja distinção se baseia em características como o estilo, a raça, a polivalência e o comportamento em estrada.

Concebido com base no acordo entre a Mitsubishi e o grupo PSA, do qual resultaram o Outlander e o 4007, o C-Crosser não deixa de assinalar um estilo imponente, ao mesmo tempo que revela alguma descrição, tal como já acontece no topo de gama das berlinas da marca francesa, o C6. Em termos visuais e estéticos, do conjunto de produtos resultantes deste acordo, é bem provável que o C-Crosser seja o que mais consenso reúna, neste capítulo, graças, exactamente, a esta bem conseguida simbiose entre imponência e descrição. Os cromados e as barras do tejadilho transmitem algum requinte ao estilo geral deste SUV, requinte que se prolonga para o interior onde a configuração de sete lugares lhe possibilita uma polivalência capaz de seduzir.

A 5ª porta pode ser aberta na totalidade ou em duas partes, o que permite um fácil acesso à mala, com um volume de 420 litros (com os cinco lugares). Para o nosso país a Citroën optou por, numa 1ª fase, escolher o nível de equipamento de topo: Exclusive.

Também numa primeira fase, o C-Crosser estará disponível, em Portugal, apenas com o motor 2.2 HDI de 160 cv e 380 Nm, que tem acoplada uma caixa manual de seis relações que lhe proporciona uma velocidade máxima de 200 km/h, e uma aceleração, dos 0-100 km/h, em 9,9 segundos, apresentando um consumo combinado de 7,2 l/100 km. O modo de utilização é seleccionado, mesmo em andamento, através de um botão localizado entre os bancos: 4X2 ou 4X4 Lock.

Com chegada prevista para o próximo mês de Setembro, o Citroën C-Crosser contará, até ao final deste ano, apenas com 150 unidades, dado ser um modelo a pensar essencialmente na imagem da marca. O preço varia entre os 51 150 e os 54 000 euros, caso se opte por sensores de estacionamento, pintura metalizada, sistema de navegação e jantes de 18’’.

Uma versão mais acessível, a Elegance, (a rondar os 47.000 euros) poderá chegar, mais tarde ao mercado nacional.

Ao volante

Esterre tinha ficado para trás. À nossa frente a conhecida estrada D918 havia de nos conduzir à altitude de 2115 metros. Aí esperava-nos o famoso Col du Tourmalet uma das metas mais conhecidas e difíceis da volta à França em bicicleta, uma espécie de subida para a Torre na Serra da Estrela. Antes, curvas e mais curvas, sempre a subir e com uma inclinação cada vez mais apreciável mal nos permitiam observar a paisagem deslumbrante dos Pirinéus.

Foi neste cenário grandioso que conduzimos a mais recente novidade da Citröen. Antes, no parque de estacionamento do aeroporto de Tarbes tínhamos apreciado as linhas do primeiro SUV da Citröen. Realce para o trabalho francês que, pegando na base que serviu o Outlander da Mitsubishi e o 4007 da Peugeot, fez um trabalho a todos os titulos notável sendo inegável a imagem de família neste C-Crosser.

E se até Esterre, nas proximidades de Luz-Saint-Sauveur, e após um pequeno desvio que nos permitiu passar em Lourdes, tínhamos apreciado a suspensão, eficiente e muito confortável, o espaço interior e a magnífica posição de condução, foi na longa subida da D918 que o C-Crosser nos cativou por completo. Primeiro pela sua facilidade de inserção em curva, demonstrando uma direcção precisa e suave que apreciámos a par da agilidade e segurança transmitida por todo o conjunto ao longo de tantas curvas e contracurvas.

Depois por um motor sempre disponível com prestações à altura progredindo desde as 1800 rpm mostrando a disponibilidade do seu binário: 380Nm às 2000 rotações.

Finalmente e porque o GPS do novo Citröen nos indicou um atalho para chegarmos ao restaurante e, seguindo-o, acabámos por fazer a primeira incursão em terra onde o C-Crosser se mostrou à vontade e onde na posição 4WD as curvas apertadas e íngremes foram superadas sem um “ai”, ou melhor e mais correctamente, sem perder aderência.

 

 

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