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Toyota Auris

 

Toyota Auris

 

Edição de 05 Abril de 2007

Toyota Auris
Herança cumprida

Depois de gerações habituados a um nome particular, o Corolla, a Toyota decidiu evoluir o conceito de um carro familiar que sempre se traduziu pelo conforto, pela funcionalidade e pela fiabilidade inquestionável. É assim que passamos a conhecer o novo sucessor, o Auris.

Logo pelo nome, a herança traduz-se numa áurea que está subjacente ao modelo num apelo à imagem de marca. O novo Toyota Auris vem definir novos parâmetros de produto para o segmento C da Europa oferecendo um conjunto de valores que estão espelhados na tradição da marca. Vamos encontrar uma silhueta evoluída ao nível do design, dos padrões de qualidade, da segurança e da funcionalidade. E tudo vem ao encontro das exigências neste segmento mas oferecendo um acréscimo não menosprezável: o do prazer de condução.
O desenvolvimento do modelo foi feito “de dentro para fora” o que espelha a preocupação do construtor em oferecer aos seus clientes uma atmosfera de partilha de qualidade percebida, funcionalidade, espaço e de conforto. O desenho do interior é marcado por uma inédita consola central em arco que proporciona a envolvência necessária para uma condução emotiva sem sequer beliscar a funcionalidade dos comandos com o manípulo da caixa de velocidades a estar “mesmo ali” à semelhança do que acontece com os restantes comandos. Ao nível do equipamento, a destacar o sistema Toyota “Easy-Flat” que permite um rebatimento dos bancos traseiros deixando o piso plano, instrumentação optitron, faróis xénon, estofos em couro, sistema de navegação, ar condicionado automático, entre outros. As linhas exteriores apelam a uma desportividade inegável à procura de um conjunto de clientes que se identificam não só pela elegância combinada das formas como, também, pelo toque desportivo.
Criado numa nova plataforma, o Toyota Auris eleva os padrões de qualidade de condução a um nível superior. Mais largo e mais comprido, a base de trabalho permitiu a adopção de novos elementos mecânicos que vêm permitir o assumir de novos conceitos do Auris para o construtor. As novas suspensões, diferentes de modelo para modelo para melhor se adaptarem a exigências do conforto e da eficácia das diferentes versões, são um exemplo do carácter evoluído do Auris. Também a direcção, de controlo eléctrico, vem proporcionar a agilidade necessária em qualquer tipo de condução. Ao nível de motores, a Toyota alarga a oferta para dois motores a gasolina (1.4 VVT-i de 97 cv e 1.6 dual VVT-i de 124 cv) e três a gasóleo da família D4D (1.4 de 90 cv, 2.0 de 126 cv e o 2.2 de 177 cv). As transmissões estão disponíveis, consoante as versões, com caixas de 5 e de seis relações assim como a caixa pilotada agora com comando de patilhas no volante.
Disponível nas versões de 3 e 5 portas, o Toyota Auris será comercializado dentro de duas semanas com preços a partir dos 18.490 €(1.4 VVT-i), 26.110 € (1.6 dual VVT-i), 20 575 € (1.4 D4D), 32.255 € (2.0 D4D) 37.555 € (2.2 D4D) nas versões de 3 portas a que se acrescentam 500 € para as versões de 5 portas.
Durante a apresentação do modelo, tivemos oportunidade de conduzir a versão 1.4 D4D do novo Auris e ficou-nos a sensação de estarmos a conduzir um veículo em plena maturidade onde a qualidade percebida está em cada ponto de análise. A estabilidade em estrada, a agilidade, o conforto e o espaço são os pontos a destacar num modelo que se deixa levar tranquilamente e oferece uma grande envolvência ao volante. O motor, a caixa e o sistema de travagem oferecem a agradabilidade necessária de condução com os consumos a estarem num bom plano.

 

Skoda Octavia Break

 

Na estrada com… Skŏda Octavia Break RS TDI

A Octavia RS TDI não esconde argumentos insuspeitáveis ao adoptar uma silhueta muito própria que consegue evocar a desportividade: pára-choques envolventes, jantes de liga leve de 18`` e a dupla ponteira de escape. No interior são também os pormenores que fazem a diferença: bancos desportivos bicolores, volante específico, grafismo diferente da instrumentação e diversas inserções decorativas de carácter desportivo.
Quando arrancamos, sentimos, desde logo, a disponibilidade do motor (2.0 com 170 cv de potência e 350 Nm de binário) a baixas rotações mercê de um incremento do binário. À medida que subimos de rotações, o motor “convida” a um acelerar mais decidido proporcionando rápidas – e às vezes bruscas – subidas de regime que nos obrigam a passar de caixa rapidamente. Depois, seguem-se as curvas. Dotada de uma suspensão multilink rebaixada em 12 mm e nas jantes de 18”, o chassis da Octavia assegura uma condução cirúrgica tendo em conta as características de um tracção à frente com elevados valores de binário e de potência. Os travões estão à altura não só pela potência como pela capacidade de resistência e equilíbrio em situações de apoio. Se desligarmos o ESP poderemos sentir, ainda mais, o carácter do modelo: belas saídas de frente (também dão prazer!), uma traseira obediente e uma direcção precisa fazem da condução um prazer…
A Skŏda Octavia Break RS TDI está disponível a partir dos 37.695€.

 

ARC Sport

 

Troféu Tomaz Mello Breyner
ARC Sport assinou vitória

Em terras alentejanas correu-se mais uma etapa do Campeonato Nacional de Todo o Terreno. A equipa da ARC Sport acabou por vencer a prova do Troféu Tomaz Mello Breyner by Nissan numa jornada que se mostrou fértil para as expectativas da equipa. No Prólogo, a dupla Pedro Patrocínio/Albano Loureiro conseguiram o segundo tempo para depois, durante os sectores selectivos terem “andado a um ritmo muito elevado”, como sublinha Pedro Patrocínio. Tanto assim foi que, no final do segundo sector, a equipa já liderava a competição com mais de 2 minutos de vantagem sobre a concorrência. Só que depois, começaram as amarguras com dois furos na Nissan Navara que os fez perder 10 preciosos minutos. Sem baixar os braços, “apostámos em tentar recuperar o tempo perdido com muito empenho de toda a equipa.” Só que… os tempos não surgiam, por muito estranho que pudesse parecer. Alguma coisa se passaria de anormal com os adversários uma vez que “a nossa táctica de andamento era superior à da manhã e mesmo assim não conseguíamos recuperar nada. Desde logo desconfiámos que ali se passaria qualquer coisa…”. E nem mais. Pura e simplesmente: os adversários atalhavam caminho… Apesar da dupla de Aguiar da Beira não ter conseguido no terreno a vitória do cronómetro, foi reposta a verdade desportiva tendo a organização desclassificado os adversários o que fez com que a equipa da ARC Sport subisse, com todo o mérito, ao lugar mais alto do pódio.
Este resultado veio na melhor altura do campeonato assumindo-se como um incentivo esperando, agora, a equipa conseguir novos apoios para as restantes provas do Troféu sendo uma das principais candidatas à vitória final. A próxima prova é já a 13 e 14 de Abril em Macedo de Cavaleiros.


 

 

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