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Edição de 29 Março de 2007
Campeonato Nacional de Velocidade/PTCC
Francisco Carvalho começa com vitória
Com algumas alterações ao regulamento, começando pela designação (PTCC/CNV) o nacional de velocidade iniciou-se no passado fim-de-semana no Estoril e uma vez mais Francisco Carvalho esteve à partida e assegurou, na 1ª corrida, a 1ª vitória da temporada, frente a adversários bem mais “poderosos”.
Tripulando um Seat Leon (idêntico aos da SuperCopa espanhola) e numa parceria com a Publiracing, o piloto da Guarda, obteve o 4º melhor tempo, atrás dos BMW de Campaniço, Monroe e Amorim, os detentores das 3 primeiras posições. Mercê de um excelente arranque e de uma corrida soberba, Carvalho logrou alcançar a liderança ao final de algumas voltas e apesar da pressão dos seus mais directos adversários, conseguiu controlar a corrida e averbar a 1ª vitória da temporada.
Invertidas as posições (como é das normas) para a segunda corrida, Francisco Carvalho saiu da 8ª posição, mas graças a um excelente arranque e a um desentendimento entre os dois pilotos da frente, no final da 1ª volta o piloto do Seat era 2º. Carvalho ainda logrou ascender à liderança, mas a maior potência dos BMW ditou lei e o Seat nada pode fazer contra o BMW de Campaniço que terminou em 1º com Francisco Carvalho a classificar-se em 2º lugar a apenas 3” do vencedor.
“Estou francamente satisfeito, porque consegui uma excelente prestação face a pilotos com carros bem mais potentes. Foi um fim-de-semana que correu bem e quer a vitória quer o 2º lugar possibilitaram sairmos do Estoril na liderança da Classe que vamos tentar manter nas próximas provas” afirmaria no final Francisco Carvalho.
A próxima prova tem lugar em Braga a 28 e 29 de Abril.
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Novo Audi TT Roadster
Emoções a céu aberto
Apresentado há menos de um mês, já está em comercialização no nosso País a nova versão do Audi TT Roadster, que herda do seu antecessor diversas características, assumindo-se, no entanto, como uma nova proposta de um desportivo de dois lugares.
O novo Audi TT Roadster é, assim, capaz de proporcionar mais emoção e mais intensidade na hora de conduzir este descapotável.
As formas exteriores foram apuradas, embora se reconheça de imediato estarmos na presença de um Audi TT, tendo resultado em toda a plenitude as alterações introduzidas, quer no capítulo da estética quer na ergonomia.
O novo TT é, face ao seu antecessor, maior em todos os aspectos. Em relação ao coupé, que lhe está na origem, a principal diferença reside na inclinação do pilar C. O contraste da capota (quando subida) com a carroçaria possibilita, de imediato, a distinção.
Esta capota, foi construída em lona, de textura macia, e em comparação com um tejadilho rígido de aço, possui diversas vantagens práticas, nomeadamente a redução do peso e o rebaixamento do centro de gravidade. Disponível com as tonalidades negro e cinzento escuro, a capota ocupa um espaço de reduzidas dimensões, quando recolhida, assentando no seu compartimento que se situa ao mesmo nível da carroçaria, de modo a não necessitar de nenhum tipo de cobertura. Com o simples accionamento de um comando, o manuseamento (quer a abertura quer o fecho) da capota faz-se em apenas 12 segundos. Nota positiva para o facto de poder ser accionado em andamento.
Para aumentar a aderência e melhorar a aerodinâmica, e à semelhança do que acontece no Coupé, o novo Roadster está equipado com um spoiler traseiro retráctil, que se eleva automaticamente aos 120 km/h recolhendo abaixo dos 80 km/h.
No interior, as dimensões do habitáculo sofreram um aumento considerável oferecendo um espaço bastante maior ao nível da altura ao tejadilho e ao nível dos cotovelos, melhorando o tal capítulo da ergonomia e aumentando a qualidade de vida dentro do habitáculo. Os bancos, montados algo mais baixos do que no modelo anterior, o volante revestido em couro, achatado na parte inferior como sucede no novo superdesportivo R8, contribuem para o ambiente desportivo, disponível com duas motorizações: um quatro cilindros 2.0 TFSI de 200cv e tracção dianteira e o bloco 3.2 V6, de 250 cv com tracção permanente quattro.
Quanto a preços, o 2.0 TFSI é proposto a 49.811 €, enquanto o 3.2 quattro custa 70.400€.
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Já à venda em Portugal
Matos & Prata apresentou novo BMW X5
Num fim-de-semana de portas abertas, os concessionários da BMW Portugal apresentaram a segunda geração do BMW X5.
Foi o que aconteceu no concessionário Matos & Prata que nos passados dias 24 e 25 pode mostrar ao inúmero lote de visitantes as potencialidades do novo modelo no qual a BMW deposita enormes esperanças no intuito de superar o sucesso da primeira geração que, desde o seu lançamento em 1999, produziu cerca 612 mil unidades.
Para além do novo design, quer exterior, quer interior, importa reter que esta nova versão do X5 “cresceu” em todos os aspectos, de tal forma que é agora capaz de suportar sete lugares, uma das mais valias desta nova geração. Outra diz respeito às motorizações já que para além dos dois motores a gasolina (3.0 i e V8) o novo X5 conta com a motorização 3.0 d de 235 cv, aquela que, sem dúvida, será a que mais procura irá ter nesta fase de lançamento. Até o design (tipo joystick) da alavanca de comando surge com um formato original, o que revela a preocupação dos técnicos alemães, na inovação, até ao mais ínfimo pormenor.
Em relação a preços, estes iniciam-se, para o 3.0 diesel na versão base de sete lugares, nos 79.860 €.
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Na estrada com… VW Golf TSI
Das diversas variantes e versões produzidas na última geração do VW Golf, tivemos a oportunidade de ir para a estrada com a motorização 1.4 de 140 cv, mais comedido, não só na potência, mas também nos consumos e no preço.
As alterações ao nível da gestão electrónica baixaram a potência para os tais 140cv, valor que para um motor 1.4 ainda se revela inovador tendo em conta motorizações 1.4 existentes em versões anteriores deste modelo ou mesmo da concorrência.
Ao volante deste Golf, sente-se a potência a partir dos regimes mais baixos e a subida de rotação é feita sempre de uma forma progressiva. O binário máximo mantém-se constante até às 4000 rpm, fazendo com que o recurso à caixa manual de seis relações, muito bem escalonada e precisa, não seja muito frequente.
Os consumos são o principal ponto a favor deste Golf, já que em estrada os valores médios situam-se nos 6,5 litros, ainda com a vantagem deste TSI poder consumir gasolina de 95 octanas. Com uma suspensão traseira multilink e devido a todo o conjunto, temos uma boa agilidade quando necessária, e um conforto a bordo digno de um familiar, que na versão ensaiada (Confortline) conta com ar condicionado automático bizona, espelhos retrovisores anti encadeamento automático, cruise control, ESP com controlo de estabilidade, sensor de luz e chuva, sistema follow me home e jantes em liga leve, por pouco mais de 26.000 €.
Num mercado invadido pelas novas motorizações diesel, este TSI vem provar que a potência e economia, são possíveis com uma motorização a gasolina, e neste caso com espaço e conforto para toda a família.
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