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Elisabete Jacinto esteve na Guarda

A equipa da MAN-Trifene passou pela Guarda no circuito de apresentação, efectuado por todo o País.

Elisabete Jacinto esteve na Guarda

Elisabete Jacinto em conversa com Vitor Santos da Câmara Municipal e Luís Celínio do Escape Livre.

Elisabete Jacinto esteve na Guarda

Vitor Santos não perdeu a oportunidade, como representante do município anfitrião, de tomar contacto de perto com a viatura que Elisabete Jacinto irá conduzir no Lisboa Dakar 2007.

 

Edição de 07 de Dezembro de 2006

Maratona em cinco dias
Elisabete Jacinto esteve na Guarda

Em apenas cinco dias a piloto Elisabete Jacinto percorreu as 18 capitais de distrito, numa operação de apresentação da equipa MAN-Trifene que irá estar presente na edição 2007 do Rali Lisboa Dakar.

A piloto que recentemente renovou o acordo com a MAN por mais dois anos esteve com a sua equipa na zona interior do País, passando pela Guarda. Foi no passado dia 28 de Novembro que a única mulher portuguesa ao volante de um “pesado” esteve na cidade mais alta. Jornalistas e Autoridades estiveram a receber a caravana MAN e durante breves momentos puderam confraternizar com a piloto. Através do programa Escape Livre, um ouvinte teve a possibilidade de efectuar um pequeno percurso como co-piloto de Elisabete Jacinto. Tiago Mota Almeida mostrava-se francamente satisfeito “por esta oportunidade única de estar ao lado de uma das melhores pilotos do mundo na especialidade. Tenho pena que o percurso tenha sido curto, mas deu para sentir como é estar a bordo de uma viatura deste tipo que, sem dúvida, mete respeito” afirmou Tiago Almeida. Vinda de Bragança, a passagem pela Guarda durou escassas horas, já que ainda nesse dia o percurso previa a passagem por Viseu, Coimbra e Aveiro. Em declarações exclusivas ao Escape Livre, Elisabete Jacinto mostrou-se “esperançada em alcançar um bom resultado e para mim isso significa ficar entre os 5 primeiros. Temos um novo veículo e uma excelente equipa de assistência. Estou em crer que com a experiência acumulada, podemos conseguir alcançar os nossos objectivos.”

 

Na estrada com… Audi RS4

 

Na estrada com… Audi RS4

É inegável que a filosofia da Audi tem aproximado o design dos seus diversos modelos cada vez mais de uma linha desportiva. No entanto, mesmo assim, há versões que são autênticos hinos à desportividade e ao prazer de condução. Para lá de uma configuração exterior única, a imagem do RS4 torna-se ainda mais real quando nos sentamos nele. Para além do habitual rigor na concepção que a marca transmite soma-se um toque especial acentuado pela decoração interior a começar nos bancos que envolvem condutor e passageiros de modo a estarem bem “colados”. E isso é bem necessário quando pomos o motor em funcionamento e carregamos no acelerador. Solta-se o rugido do novo V8 atmosférico que liberta nada mais que 420 cv de potência atingidas às (imagine-se) 8 000 rpm! Os mais de 4 litros de cilindrada conseguem assim levar-nos a prestações (250 kms/h de velocidade máxima limitada electronicamente) dignas de um automóvel de pista que provoca sensações inebriantes. No entanto, em oposto, se a condução for suave mostra-se francamente dócil e capaz de circular a baixa rotação, pacatamente, pelo trânsito citadino. A suspensão foi revista e inclui um sistema hidráulico de transferência de fluidos entre amortecedores garantindo, deste modo, um aumento da estabilidade ao qual não é alheia a nova distribuição assimétrica de potência feita pelo diferencial Torsen do sistema quattro. O resultado é um comportamento irrepreensível em qualquer tipo de piso como convém. Use-se e abuse-se que o RS4 está lá para as curvas. Mesmo as mais apertadas a exigirem tudo de um chassis que se comporta sem mácula. E nisto de andar depressa é importante que o condutor esteja confiante no sistema de travagem. Pois bem, aqui, não hesite. Porque os técnicos da Audi desenvolveram umas condutas de arrefecimento que mantêm os discos a uma temperatura ideal para responderem às necessidades de imobilização, em qualquer situação.

Claro que tudo isto tem um preço. O Audi RS4, se abusar do pé direito, consome cerca de 18,9 l aos 100, (média) e custa acima dos 93.000 €. Mas os amantes da condução desportiva, e com posses para tal decerto não se importarão com estes “pequenos” pormenores…!

 

C4 Picasso em digressão

 

C4 Picasso em digressão

A Quinta da Bica foi uma vez o local escolhido pela Citroën para reunir a imprensa regional, desta vez para a apresentação do C4 Picasso.

C4 Picasso em digressão

José Raul Pereira, Director de Comunicação da Citroën Portugal, apresentou à imprensa da Guarda, Covilhã e Castelo Branco o mais recente produto da marca francesa.

 

Citroën voltou a reunir a imprensa regional
C4 Picasso em digressão

A Citroën continua a ser das poucas marcas que apostam nas reuniões periódicas com a imprensa regional para divulgação dos seus produtos. Com o início da comercialização do C4 Picasso, a marca francesa voltou a efectuar nova digressão pelo País e esteve na região da Guarda, onde mostrou os pormenores da sua mais recente criação.

José Raul Pereira, Director de Comunicação da Citroën Portugal foi, uma vez mais, o alto responsável da Citroën que esteve em reunião com os jornalistas. Na conferência de imprensa deu a conhecer os principais pormenores (alguns dos quais já tivemos oportunidade de expor nestas páginas) que marcam a diferença e a distinção.

Para além de dar a conhecer as motorizações disponíveis (o motor 1.6 HDI FAP de 110 cv e o motor 2.0 HDI FAP de 138 cv) houve a preocupação de explanar em pormenor o funcionamento da caixa manual robotizada, a última novidade da marca francesa em termos de transmissões. Para além disso, os diferentes níveis de equipamento foram pormenorizadamente dissecados, tendo sido destacadas as principais qualidades do novo Picasso: Visibilidade e luminosidade fora do comum graças a um pára-brisas panorâmico de grandes dimensões; amplo espaço à frente, graças a um posto de condução inovador, associado, nomeadamente, à nova caixa manual pilotada de 6 velocidades; uma habitabilidade e uma capacidade de bagagem que são referência no segmento; modularidade rápida e fácil, graças às funcionalidades engenhosas dos bancos; bem-estar a bordo partilhado por todos os passageiros seja em termos de conforto térmico, acústico ou olfactivo; prazer de condução e conforto de suspensão ao melhor nível, nomeadamente com a suspensão pneumática traseira; a condução é fácil e segura, graças a um conjunto de sistemas de ajuda à condução raros ou até inéditos no segmento dos monovolumes compactos.

 

Ao volante do 2.0 HDI

 

Ao volante do 2.0 HDI

“Viver uma viagem…” Esta é a frase que melhor pode caracterizar a experiência de guiar o novo C4 Picasso. Se bem que já tínhamos aqui deixado, em ocasiões anteriores, nomeadamente aquando da apresentação internacional do C4 Picasso, as nossas impressões de condução, não queremos deixar de fazer referência ao percurso que efectuámos com a motorização 2.0 HDi, em redor da Guarda. Bem sentados ao volante, desfrutamos de um interior ergonómico que, mercê da qualidade dos materiais, do equipamento, da funcionalidade do espaço e da luminosidade oferecida apenas desejamos nunca parar… O conforto oferecido, aliado ao desempenho da suspensão (pneumática no eixo traseiro), conferem-lhe um estatuto privilegiado em termos de comportamento dinâmico. O motor de 138 cv, associado à caixa de velocidades de controlo electrónico com patilhas atrás do volante, permite uma condução tanto tranquila como dinâmica. De uma forma ou de outra, os miúdos vão gostar de viajar nesta nova forma de encarar o automóvel sem que seja pecado um dia sermos egoístas e desfrutarmos do nosso Picasso qual traço de mestre a desenhar curvas e contra curvas…
 

 

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Última modificação:23-01-2009