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Edição de 28 de Setembro de 2006
Francisco Carvalho em Barcelona
Chuva e toques…!
Após um interregno para férias, Francisco Carvalho voltou às pistas para dar continuidade à sua participação nos campeonatos em que está envolvido, nomeadamente na Super Copa Leon que, no passado fim de semana, prosseguiu com a 3ª prova, desta vez realizada em Barcelona.
Após uma boa prestação nos treinos livres de sexta feira, onde foi 4º com o mesmo tempo do 3º, a chuva fez o seu aparecimento para os treinos cronometrados e aí “fiz uma má afinação do carro, pois afinei-o para misto quando o devia ter afinado para chuva. Por isso não consegui melhor que o 15º lugar” afirmou Francisco Carvalho que na corrida de sábado (22 voltas) recuperou até ao 6º lugar, numa fantástica recuperação. Sofrendo um violento embate na traseira, o piloto caiu para a 17ª posição, mas não baixou os braços voltando a recuperar até ao 6º lugar. Por incrível que pareça, volta a sofrer novo toque (…!!!) caindo, desta vez, para o 12º lugar. Desta feita só teve tempo para recuperar até ao 9º lugar.
No Domingo, duas corridas, de 11 voltas cada, compunham o que restava desta etapa da Seat Copa. Na 1º e arrancando da posição em que terminara na véspera, Carvalho já tinha recuperado até ao 6º lugar quando o mesmo piloto que o “abalroara” na véspera volta a repetir a mesma cena, na mesma curva e atira com o piloto da Guarda para o 14º lugar. Nova recuperação, de novo até ao 9º lugar, posição de onde arrancou para a 2ª e última prova. Desta vez, não sofreu nenhum toque e terminou na 5ª posição, a mesma que ocupa no Troféu quando estamos a meio da temporada. A próxima prova é em Valência a 7 de Outubro. Fazemos votos que com menos toques…!
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Com dois C4 WRC
Citroën regressa ao mundial de Ralis
Aproveitando a conferência de imprensa, “pré-Salão”, onde apresentou o C4 e o protótipo C-Métisse (de que falaremos numa próxima oportunidade) a marca francesa campeã do mundo de ralis, em diversas ocasiões, aproveitou a ocasião para anunciar oficialmente o regresso ao Campeonato do Mundo de Ralis com o Citroën C4 WRC, a nova arma da equipa Citroën Sport a partir de 2007.
Fruto da colaboração entre os homens do estilo e do desporto, colocado sob o signo da renovação da marca, o concept C4 Citroën Sport é um projecto que, desde a sua origem, cumpriu à risca todas as limitações regulamentares. Um verdadeiro exercício de estilo e um autêntico desafio no sentido de exprimir uma certa visão futurista do sucessor do Xsara WRC, veículo que assegurou para a Citroën três títulos de Campeão do Mundo de Construtores, entre 2003 e 2005. Passando pelas mãos dos mais experientes engenheiros da Citroën Sport em Versailles Satory, o C4 Citroën Sport deu origem ao C4 WRC, que irá ser conduzido pelo Campeão do Mundo, Sebastian Loeb e por Daniel Sordo, a actual promessa espanhola do Mundial.
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Novo C4 Picasso
Só podia ser Citroën!
Mantendo o Xsara Picasso em comercialização, com o C8 de boa “saúde” e juntando-lhe agora o C4 Picasso a Citroën passa a dispor de três monovolumes totalmente distintos. Criando um novo conceito neste segmento o C4 Picasso poderá representar o mesmo que o Xsara representou quando surgiu. Um marco na história do construtor.
Para se distinguir da concorrência o C4 vem recheado de pormenores que marcam a diferença e que podem ser decisivos na hora da opção. Desde logo a disponibilidade de sete lugares e a modularidade do seu interior que rapidamente rebate todos esses bancos criando uma enorme superfície plana mas, também, graças à luminosidade desse mesmo interior fruto do maior pára-brisas existente neste segmento dos monovolumes compactos. Para a excepcional luminosidade interior (que cria um ambiente extremamente agradável) contribuiu, igualmente, a ampla superfície vidrada em todo o veículo.
No exterior, o design foi muito bem conseguido, com a frente inspirada na berlina e a traseira, sobretudo a nível dos grupos ópticos, também inspirado na versão “coupé” do C4. Esteticamente resulta num dos conjuntos mais agradáveis presentes no mercado.
Voltando ao interior, temos espaço “por todos os lados”. À frente (na versão com caixa manual robotizada), a manete de comando surge na coluna de direcção, o que liberta espaço, graças ao desaparecimento da consola central. As passagens de caixa fazem-se através de patilhas colocadas por detrás do volante. Todos os comandos surgem em nova localização, com os de ajuda à condução situados no centro fixo do volante (solução tipicamente C4) e os de climatização nos extremos do “tablier”. Tudo isto permitiu a criação de diversos e grandes espaços para arrumação incluindo um refrigerado na zona central.
Uma enorme lista de equipamento está disponível em qualquer das versões que para o mercado nacional se dividem nos seguintes níveis: Base, SX, Confort e Exclusive. Em qualquer dos níveis a marca oferece ainda a possibilidade de acrescentar diversos packs, ao gosto do cliente. Destaque de um opcional, inédito, que consiste na detecção de espaço para parquear a viatura, através de sensores que detectam a distância entre os veículos estacionados.
Para Portugal estão disponíveis as motorizações diesel de 1.6 e 110 cv (com caixa manual de cinco velocidades ou a Caixa Manual Pilotada de 6 velocidades) e o motor 2.0 HDI FAP de 138 cv, este apenas dotado da CMP. As motorizações a gasolina só estarão disponíveis por encomenda.
A gama C4 Picasso terá um leque de preços que se inicia nos 26.600 €, e vai até aos 37.000€ na versão topo. A comercialização terá início dentro de cerca de 15 dias.
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Ao volante
A Citroën apresentou o C4, primeiro de forma estática em Paris e 15 dias depois convidou os jornalistas para os ensaios dinâmicos que tiveram lugar em Montauban, na região de Toulousse.
Do leque de versões disponíveis, optámos por conduzir as duas versões cujas vendas deverão ter mais significado no nosso País: a 2.0 HDI de 138 cv e caixa manual pilotada e a 1.6 de 110 cv com caixa manual. O excepcional pára-brisas e toda a superfície vidrada, já dissemos, criam uma luminosidade e um ambiente francamente agradável, facto para o qual contribui, igualmente, o espaço disponível, a qualidade dos materiais e o equipamento. Com os comandos situados em posições originais mas tudo ao alcance da mão e uma visibilidade única para o exterior tornam a condução um verdadeiro prazer. Nestes ensaios, e uma vez que as motorizações são já conhecidas, a nossa maior curiosidade estava em verificar como se comporta este Picasso. Como é evidente, os 138 cv possibilitam a este C4 outro tipo de prestações, mas mesmo o motor com 110 cv convence e torna-o agradável mesmo em percursos de auto-estrada, local de eleição para longos kms com a família. A caixa manual pilotada dá outro tipo de prazer na condução, tornando-se particularmente confortável na cidade onde a maneabilidade do monovolume é surpreendente. O C4 comporta-se de forma quase irrepreensível, sem adornamentos, mesmo em estradas estreitas e em curvas mais apertadas. Como qualquer bom Citroën dos tempos modernos, a relação entre conforto e eficácia atinge aqui uma razão (quase) perfeita. Económico, bem equipado, com pormenores muito interessantes, o C4 Picasso vem na linha ao que de mais recente a marca francesa nos tem habituado. E passo a passo cimenta o seu lugar entre os construtores de prestígio da era moderna. O C4 vem dar uma ajuda preciosa. |
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