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Luís Celínio, em representação do Escape Livre, na hora em que assumia os comandos da Hyundai integrado nesta operação de consumo. |
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As duas Hyundai H1 e a equipa de jornalistas que fizeram o percurso desde o extremo Norte ao extremo Sul de Portugal. |
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Edição de 24 de Agosto de 2006
Operação Hyundai H1
De Norte a Sul com menos de 50 litros
A Hyundai lançou o repto a 12 jornalistas para atravessarem Portugal de Norte a Sul (desde o Minho até ao Algarve) num teste de consumo em duas H1.
Ficou provado que, mesmo com andamentos semelhantes, a forma de conduzir dita as diferenças.
Realizado em três etapas (S. Gregório – Mealhada / Mealhada – Alcácer do Sal e Alcácer do Sal – Sagres) o teste de consumo desta operação Hyundai H1 propunha a ligação entre os extremos Norte e Sul de Portugal.
Dois jornalistas ( por sorteio) em cada carro cumpriam os kms de cada etapa, com o Escape Livre a ser representado por Luís Celínio. Como premissas obrigatórias a necessidade de efectuar os 753 kms num tempo máximo de 10 horas, apenas parando o cronómetro nas mudanças de condutor. Os carros foram atestados à partida e os depósitos devidamente selados.
O resultado final revelou uma diferença (importante) de quase meio litro de gasóleo por cada 100 kms percorridos, favorável ao carro 2, apesar do carro 1 ter demorado mais 10m a cumprir o trajecto, provando que não foi por ter vindo mais devagar (apesar da pequeníssima diferença) que o carro 1 consumiu menos. A estratégia adoptada pelos condutores da viatura 2 revelou-se mais favorável. As “boleias” aproveitando os cones de ar dos pesados revelaram-se fundamentais para vitória final das equipas que conduziram o carro 2, o que não surpreende face à superfície frontal da H1 que apesar de deter um bom coeficiente de penetração aerodinâmico para um comercial, beneficiou com a estratégia de “colagem” a outras viaturas. Diga-se que estava autorizado o recurso ao”ponto” morto.
O calor foi o principal “inimigo” dos condutores já que em pleno mês de Agosto, conduziu-se de vidros fechados e ar condicionado desligado para contribuir para a diminuição do consumo. Os resultados demonstram a grande economia da Hyundai H1 Starex de 2 lugares (chassis curto) cujo desempenho foi notável atendendo aos regimes a que foi obrigada a circular no sentido de encontrar o binário mais favorável para uma condução o mais económica possível.
Uma operação bem interessante comprovativa que uma condução comedida e bem realizada permite atravessar o País com menos de 50 litros de gasóleo!
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Nova caixa para o Citroën C4
Uma “ajuda” importante!
Tal como adiantámos na nossa última edição, a Citroen apresentou, conjuntamente como o novo topo da gama C5, a caixa manual pilotada, no C4. Com seis relações e associada ao motor turbodiesel de 110 cv, chega em Setembro ao mercado nacional.
São já vários os construtores que apostam forte nas transmissões automáticas que se revelam cada vez mais sofisticadas, atraindo cada vez mais o cliente europeu. Se nos Estados Unidos é muito raro surgir uma viatura com caixa manual, o inverso é o que se verificava no mercado do velho continente. E dizemos verificava, porque a tendência é para uma alteração desta situação, graças a marcas como a Citroën que não param o estudo e desenvolvimento deste tipo de transmissões. Mantendo a caixa Sensodrive nas gamas C1, C2 e C3 (ainda que numa versão mais elaborada) surge agora esta nova caixa manual pilotada que oferece duas opções de condução: modo manual (que se pode controlar através da alavanca ou das patilhas atrás do volante) e modo automático. O tempo de resposta anunciado nas trocas de velocidade é de 0,8 segundos para o modo manual e de 1,2 segundos para o automático. Há, ainda, uma posição intermédia em que mantendo o modo automático activo, o condutor pode escolher uma mudança activando as patilhas. Se as não voltar a utilizar, a caixa regressa ao modo automático.
Existe ainda um modo Sport, que está disponível tanto para a condução manual como para a automática e que optimiza, ainda mais, as passagens de caixa. A Citroën afirma que o tempo de resposta se reduz, neste modo, para 0,4 segundos em manual e ½ segundo em automático.
Outra função, que se revela de grande utilidade, é a de ajuda ao arranque em plano inclinado a qual mantém o veículo travado durante dois segundos após se tirar o pé do travão.
Ao volante
Conduzimos esta versão do C4 nas estradas em redor de Versalhes e concluímos que esta transmissão é bastante mais funcional do que a variante Sensodrive, ainda que em modo se verifiquem alguns pequenos “solavancos” nas passagens de caixa, sobretudo que adoptarmos ritmos mais elevados. Em ritmos mais baixos as passagens são quase imperceptíveis. No entanto é aconselhável, sempre que se quer adoptar uma toada mais rápida utilizar o modo “sport” onde, de facto, o tempo de resposta melhora consideravelmente contribuindo, em conjunto com o excelente motor um maior agrado na condução. Refira-se a título de curiosidade que, graças à geometria de construção desta nova caixa, quando recuamos deixamos de ouvir o habitual barulho da transmissão, já que o ruído é idêntico quer em marcha-atrás, quer em andamento “normal”. A nova caixa está disponível por um custo que não chega aos 1000 € mas que constitui uma franca mais valia para a comodidade de condução, quer em estrada quer, fundamentalmente, em percursos citadinos
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Vasco Jorge, novo Director de Comunicação da BP |
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Nuno Braga o novo Director Geral da Lexus |
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Novos Directores na BP e na Lexus
Com a saída do Engº João Reis, que durante vários anos esteve à frente dos destinos deste Departamento, Vasco de Encarnação Jorge assumiu recentemente a função de Director de Comunicação da BP Portugal. Licenciado em Biologia pela Faculdade de Ciências de Lisboa e pós-graduado em Marketing e em Gestão pela Universidade Católica de Lisboa desde 2003 que Vasco Jorge era Responsável de Marketing, a nível Ibérico, da BP Gás. Este profissional conta com mais de vinte e cinco anos de experiência na indústria petrolífera. Na hora da mudança, não queremos deixar de registar e agradecer, publicamente, ao Eng.º João Reis as provas de amizade, carinho e colaboração sempre demonstradas para com o Escape Livre, ao mesmo tempo que desejamos ao novo responsável por tão importante Departamento o maior êxito no desempenho destas suas novas funções.
Entretanto, também a Lexus conhece desde há pouco um novo Director Geral. Nuno Braga, anterior responsável pela Divisão Comercial de Logística, Frotas e Usados Toyota, exerce funções na empresa desde 1994. Responsável pela criação e implementação do programa Toyota Valor Certificado, Nuno Braga assume agora a função de director geral da Divisão Lexus – Portugal. Também a este alto responsável, o Escape Livre desenha as maiores felicidades nas funções que passa a desempenhar.
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Na estrada com...
Audi A6 3.0 TDI
Depois de uma imagem incontornável de sedução onde a qualidade do produto é uma mais valia no segmento, o A6 continua a apresentar-se como uma referência. Se a imagem exterior alinha pela linha dos novos produtos do construtor, no interior vamos encontrar um espaço generoso requintado, uma qualidade perceptível acima da média e um conjunto de equipamentos de excepção, do ar condicionado automático, cruise control adaptativo, faróis bi-xénon direccionais, sistema integrado de navegação e de comunicações, entre outros.
A utilização do motor V6 TDi de 3.0 litros com 233 CV, com a mais recente tecnologia common-rail, traduz-se na elevada potência exibida a par com um elevado binário que garantem uma resposta fulgurante em todos os regimes e um consumo combinado de 8,3 l. A caixa de velocidades automática Tiptronic, de comando sequencial, é um must aproveitando, da melhor forma a disponibilidade da unidade motriz. Já o sistema de tracção integral quattro, o sistema multilink da suspensão e uma direcção precisa permitem elevados índices de aderência, de estabilidade e de conforto em qualquer circunstância. O Audi A6 3.0 TDI está disponível a partir dos 75.220 Euros.
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