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C.N. Velocidade em Braga

Francisco Carvalho (no Renault Clio da esquerda) em luta pelo 1º lugar na prova de Braga
Foto: João Lavadinho

Edição de 15 de Junho de 2006

C.N. Velocidade em Braga
Ainda não foi desta…

Ainda não foi desta vez que Francisco Carvalho chegou à vitória numa prova do Campeonato Nacional de Velocidade, onde participa com um Clio (ex-Troféu), apesar de ter estado muito perto…

Nos treinos, o piloto da Guarda, foi ao Circuito Vasco Sameiro efectuar o 3º melhor tempo. Dado o arranque para a 1ª corrida Carvalho conseguiu manter-se entre os pilotos da frente, mas na 2.ª volta teve um desentendimento com o piloto do Alfa Romeo - Vitor Mateus, o que provocou um pequeno toque entre ambos, tendo Francisco Carvalho “caído” para a 4ª posição. Até final ainda recuperou para 3ª obtendo, desta forma mais um podium, numa corrida que teve Vasco Campos (Alfa Romeo) como vencedor.

Como na partida para a 2ª corrida a grelha é constituída invertendo as posições da classificação na 1ª prova, Francisco Carvalho arrancou da 6ª posição e fez uma prova notável ultrapassando cinco adversários até chegar à liderança. Quando só faltavam três voltas para o final e seguindo em 1º, a roda da frente do lado direito saltou, levando o Clio para fora de pista e obrigando Carvalho a abandonar:” Nunca uma situação destas me tinha acontecido. A roda degolou os pernos de fixação e saltou. Ainda hoje não sabemos o que aconteceu, mas a verdade é que, uma vez mais, o azar bateu à porta numa corrida que estava praticamente ganha. Oxalá tenha mais sorte na próxima.”

Melhor tempo no Seat

A próxima prova a que Francisco Carvalho se refere é pontuável para o Troféu Seat Ibérico, onde o piloto da Guarda está, este ano, envolvido. Tudo parece bem encaminhado e é de esperar uma boa prestação do “nosso” piloto, uma vez que nos treinos de preparação para esta prova, realizados há cerca de 15 dias, Francisco Carvalho fez o melhor tempo entre os 32 participantes neste importante Troféu monomarca. Oxalá, desta vez, haja mais sorte.

 

Peugeot 307 SW Sport 1.6 HDi

 

Na estrada com…
Peugeot 307 SW Sport 1.6 HDi


A variante SW (vulgarmente designada por carrinha) tem dado um contributo fundamental para o sucesso comercial da gama 307. A estética e a polivalência do conceito, serão muito “culpadas” deste sucesso. “Reestilizada” há pouco tempo, a 307 mantém uma linha actual e, apesar de uma identidade própria, não deixa de apresentar algumas semelhanças com o 407 com o intuito de a aproximar de segmentos superiores. A versão com que fomos para a estrada designa-se por Sport. A grelha e os faróis de nevoeiro surgem com elementos cromados a marcar a distinção, beneficiando, ainda, o ambiente interior de um “toque” desportivo graças ao painel de instrumentos de fundo branco, volante de três raios com aplicações em alumínio e aos pedais e punho da caixa, igualmente, em alumínio.
O tecto panorâmico marca a diferença face a outras propostas, enquanto a possibilidade de ser dotada de sete bancos contribui para a afirmação de um carácter polivalente.
O motor 1.6 HDI de 110 cv possibilita-lhe viagens agradáveis graças às boas recuperações e a uma velocidade máxima de 183 km/h. Com um comportamento á altura do que é exigido, mesmo com os sete lugares ocupados não deixa de mostrar um bom nível de conforto. Tudo isto com um consumo (médio) a rondar os 5l/100, um factor, cada vez mais, a ter em linha de conta. Tal como o preço final de 27.850 €, honesto face a tudo o que oferece esta 307 Sport.

 

Novo Volkswagen Eos

 

Novo Volkswagen Eos

 

Novo Volkswagen Eos

 

Novo Volkswagen Eos

 

Novo Volkswagen Eos
De Portugal…para o mundo!

Com mais de um milhão de descapotáveis produzidos até hoje, com Carocha, o Karmann Ghia, o Golf e o New Beetle, a Volkswagen inicia uma nova etapa, nesta classe de viaturas, através do Eos. O novo modelo está equipado com um inovador sistema de capota que inclui, em estreia mundial um tecto de abrir em vidro. É o ataque a um segmento onde pontuam Peugeot 307 e Renault Mégane. Feito em Palmela, o Eos vai de Portugal para todo o mundo.

O sistema de capota (CSC) é a principal característica do novo modelo da marca alemã. Abre e fecha em apenas 25 segundos e esta transformação de coupé em cabrio é possível graças a quatro cilindros hidráulicos em ambos os lados do veículo.

Todo o conjunto foi desenhado com nítidas preocupações estéticas e visuais. A parte dianteira do tejadilho possui uma secção em vidro que pode ser aberta (para trás ou em compasso) tal como um tecto de abrir convencional. Assim, mesmo com o tecto fechado, o ambiente é luminoso e acolhedor. Quer em termos de design quer no comportamento em estrada, o Eos demonstra claramente ter sido concebido de raiz o que não acontece com outros modelos, que foram adaptados a este tipo de solução automóvel, que tem conquistado cada vez mais adeptos.

Tecnicamente muito próximo do Passat, no que respeita ao chassis e aos sistemas de propulsão, o Eos posiciona-se no segmento acima do Beetle Cabrio, lançado em 2003, e vem ocupar o lugar do Golf Cabrio. Tanto na concepção como no preço, o Eos situa-se entre o Golf e o Passat.

No interior são notórias as preocupações com a ergonomia. Esse factor nota-se logo na consola central, onde o condutor dispõe de todos os comandos e instrumentos posicionados num plano relativamente elevado e nos bancos, já que pela primeira vez, a Volkswagen recorre a um sistema de controlo electrónico para o sistema “easy-entry” de rebatimento dos bancos dianteiros. Graças a este sistema, os bancos “memorizam” a posição escolhida pelo condutor e pelo passageiro e regressam a essa mesma posição ao toque de um botão. As versões com motores a partir dos 115 cv estão equipadas com bancos desportivos.

Falando em motores, estão disponíveis na gama portuguesa, a gasolina, o 1.6 FSI – 115 cv, o 2.0 T-FSI – 200 cv e no topo da gama está o 3.2 FSI V6, dotado de série com a caixa DSG. Nos diesel estará para já disponível o motor 2.0 TDI de 140 cv.

De série, todas as motorizações, com excepção da motorização 3.2 FSI V6, estão associadas a uma caixa manual de seis velocidades. A caixa de embraiagem dupla DSG está disponível em opção (a lançar mais tarde). A caixa DSG dispõe da função Tiptronic, que permite passagens manuais através do comando “+/- “.

Ao volante

Para além da fantástica experiência de ver a construção do Eos em todos os pormenores, a SIVA proporcionou-nos, ainda, a possibilidade de conduzir o Eos num percurso a “céu” aberto. O prazer de condução é um dos factores fundamentais do conceito. O comportamento dinâmico está ao nível do melhor a que a marca nos tem habituado. Conduzimos a versão dotado do motor diesel que em combinação com o novo chassis, fazem do Eos um automóvel pronto a enfrentar as estradas mais sinuosas sem que isso represente o habitual “abanar” e trepidar” da carroçaria, muito comum nos descapotáveis.

Uma largura generosa, em comparação com o comprimento e a altura, faz com que o Eos assente firmemente nas suas rodas. A largura das vias contribui para um comportamento ágil e seguro. Outro factor que contribui para as características dinâmicas da carroçaria é a elevada rigidez do conjunto, com um peso que se situa muito perto da tonelada e meia.

A rigidez dinâmica e estática do Eos alcança os maiores valores da classe. Tudo combinado estamos em presença de um automóvel que proporciona uma condução de puro prazer, tanto na versão a céu aberto como com a capota fechada. O motor TDI de 140 cv contribui para valores de performances muito próximas de um verdadeiro desportivo, característica inegavelmente associada a este automóvel, cuja comercialização, em Portugal, teve início no passado fim-de-semana com os seguintes preços: 1.6 FSI: 33.696 Euros; 1.6 FSI TOP: 37.847 Euros; 2.0 TDI TOP: 45.059 Euros e 2.0 TFSI TOP: 47.760 Euros. Todos os preços são de versões com caixa manual de 6 velocidades.

 

 

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