Novo Volkswagen Eos
De Portugal…para o mundo!
Com mais de um milhão de descapotáveis produzidos até hoje, com Carocha, o Karmann Ghia, o Golf e o New Beetle, a Volkswagen inicia uma nova etapa, nesta classe de viaturas, através do Eos. O novo modelo está equipado com um inovador sistema de capota que inclui, em estreia mundial um tecto de abrir em vidro. É o ataque a um segmento onde pontuam Peugeot 307 e Renault Mégane. Feito em Palmela, o Eos vai de Portugal para todo o mundo.
O sistema de capota (CSC) é a principal característica do novo modelo da marca alemã. Abre e fecha em apenas 25 segundos e esta transformação de coupé em cabrio é possível graças a quatro cilindros hidráulicos em ambos os lados do veículo.
Todo o conjunto foi desenhado com nítidas preocupações estéticas e visuais. A parte dianteira do tejadilho possui uma secção em vidro que pode ser aberta (para trás ou em compasso) tal como um tecto de abrir convencional. Assim, mesmo com o tecto fechado, o ambiente é luminoso e acolhedor. Quer em termos de design quer no comportamento em estrada, o Eos demonstra claramente ter sido concebido de raiz o que não acontece com outros modelos, que foram adaptados a este tipo de solução automóvel, que tem conquistado cada vez mais adeptos.
Tecnicamente muito próximo do Passat, no que respeita ao chassis e aos sistemas de propulsão, o Eos posiciona-se no segmento acima do Beetle Cabrio, lançado em 2003, e vem ocupar o lugar do Golf Cabrio. Tanto na concepção como no preço, o Eos situa-se entre o Golf e o Passat.
No interior são notórias as preocupações com a ergonomia. Esse factor nota-se logo na consola central, onde o condutor dispõe de todos os comandos e instrumentos posicionados num plano relativamente elevado e nos bancos, já que pela primeira vez, a Volkswagen recorre a um sistema de controlo electrónico para o sistema “easy-entry” de rebatimento dos bancos dianteiros. Graças a este sistema, os bancos “memorizam” a posição escolhida pelo condutor e pelo passageiro e regressam a essa mesma posição ao toque de um botão. As versões com motores a partir dos 115 cv estão equipadas com bancos desportivos.
Falando em motores, estão disponíveis na gama portuguesa, a gasolina, o 1.6 FSI – 115 cv, o 2.0 T-FSI – 200 cv e no topo da gama está o 3.2 FSI V6, dotado de série com a caixa DSG. Nos diesel estará para já disponível o motor 2.0 TDI de 140 cv.
De série, todas as motorizações, com excepção da motorização 3.2 FSI V6, estão associadas a uma caixa manual de seis velocidades. A caixa de embraiagem dupla DSG está disponível em opção (a lançar mais tarde). A caixa DSG dispõe da função Tiptronic, que permite passagens manuais através do comando “+/- “.
Ao volante
Para além da fantástica experiência de ver a construção do Eos em todos os pormenores, a SIVA proporcionou-nos, ainda, a possibilidade de conduzir o Eos num percurso a “céu” aberto. O prazer de condução é um dos factores fundamentais do conceito. O comportamento dinâmico está ao nível do melhor a que a marca nos tem habituado. Conduzimos a versão dotado do motor diesel que em combinação com o novo chassis, fazem do Eos um automóvel pronto a enfrentar as estradas mais sinuosas sem que isso represente o habitual “abanar” e trepidar” da carroçaria, muito comum nos descapotáveis.
Uma largura generosa, em comparação com o comprimento e a altura, faz com que o Eos assente firmemente nas suas rodas. A largura das vias contribui para um comportamento ágil e seguro. Outro factor que contribui para as características dinâmicas da carroçaria é a elevada rigidez do conjunto, com um peso que se situa muito perto da tonelada e meia.
A rigidez dinâmica e estática do Eos alcança os maiores valores da classe. Tudo combinado estamos em presença de um automóvel que proporciona uma condução de puro prazer, tanto na versão a céu aberto como com a capota fechada. O motor TDI de 140 cv contribui para valores de performances muito próximas de um verdadeiro desportivo, característica inegavelmente associada a este automóvel, cuja comercialização, em Portugal, teve início no passado fim-de-semana com os seguintes preços: 1.6 FSI: 33.696 Euros; 1.6 FSI TOP: 37.847 Euros; 2.0 TDI TOP: 45.059 Euros e 2.0 TFSI TOP: 47.760 Euros. Todos os preços são de versões com caixa manual de 6 velocidades.
|