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José Pedro Fonseca voltou a subir ao podium. Desta vez, em Mação, alcançou o 3º lugar. |
Marco Paixão esteve também em destaque ao subir, igualmente, ao degrau mais baixo do podium, na respectiva categoria. Joaquim Frade e António Matias completaram o lote de pilotos da Guarda presentes em mais esta prova do Nacional de Autocross. |
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Edição de 07 de Abril de 2005
Pilotos da Guarda no Nacional de Autocross
Um bom conjunto de resultados
Os pilotos da Guarda que militam nos Campeonatos e Taça Nacional de Autocross conseguiram, no passado fim-de-semana, um bom conjunto de resultados tendo, quase todos subido ao podium. Apenas António Matias, devido a um furo, não conseguiu terminar a respectiva prova.
Foram quatro os pilotos que se deslocaram até mação para correrem nas respectivas categorias pontuáveis para o Campeonato e Taça Nacional de Autocross. A grande novidade veio pela “mão” de António Matias que estreou um novo carro. Trata-se do EVO VI da Mitsubishi, que se portou à altura, em termos mecânicos. Depois dos treinos em que o piloto da Guarda-Gare alcançou o 4º melhor tempo da sua categoria, em plena corrida e quando lutava pelo 6º lugar da geral, um furo deitou tudo a perder e obrigou o piloto a abandonar.
Já José Pedro Fonseca prosseguiu a época de bons resultados que tem vindo a fazer com o Opel e logrou, uma vez mais alcançar o podium. Com o Opel, Fonseca alcançou a 3ª posição, o mesmo lugar ocupado pelo estreante Marco Paixão, que com o Lancia Delta e na categoria de duas rodas motrizes logrou subir ao degrau mais baixo do podium. À sua frente Joaquim Frade, no BMW após um excelente arranque, manteve uma luta acesa pelos lugares cimeiros tendo terminado a corrida no 2º lugar final, completando, deste modo um excelente conjunto de resultados para os pilotos que da Guarda se deslocaram até à prova organizada pelo Clube Automóvel de Mação. Foi a terceira prova do Campeonato e da Taça Nacional e os treinos decorreram sob intensa chuva, que tornou o piso num autêntico lamaçal criando sérias dificuldades aos pilotos. Com a melhoria das condições atmosféricas, no domingo, o piso melhorou consideravelmente ainda que em algumas situações levantasse alguns problemas a quem queria fazer evoluir os seus automóveis em pista. O Autocross voltará a Mação em 28 e 29 de Maio, mas antes teremos ainda a 16 e 17 de Abril o Autocross Internacional de Murça.
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Novo BMW Série 7
Mexidas no topo
Quatro anos volvidos sobre a estreia da nova geração do série 7 a BMW entendeu que era chegada a hora de “mexer” no seu topo de gama. Surge, assim, este reestyling, normal a meio da vida útil de um modelo que já vendeu cerca de 160.000 unidades. As alterações incidiram sobretudo na traseira, a zona alvo de maior polémica. Com um aspecto mais desportivo, é inegável que o 7 ficou, igualmente, mais elegante. No interior, as alterações introduzidas são ainda mais discretas. Para além de um equipamento enriquecido, novos materiais foram adoptados e verificou-se uma simplificação do sistema i-Drive (de comando do ecran multi-funções). A via traseira foi alargada, o que veio beneficiar o espaço para ocupantes, mas que obrigou, igualmente, a alterações na suspensão. Assim, para além da suspensão “normal”, existe agora a possibilidade de se optar por dois novos sistemas, denominados “Adaptative Drive” e “Sport”. No primeiro caso a suspensão inclui barras estabilizadoras activas e controle contínuo de amortecimento. No caso da suspensão “Sport”, mantêm-se as barras, mas o controle de amortecimento desaparece para ser substituído por uma suspensão rebaixada, quer na dianteira, quer na traseira. Em termos de motorizações todos os motores do série 7 são agora mais potentes e mais económicos. No caso dos motores diesel (os de maior procura no mercado nacional) o 730 d passou a disponibilizar 231 cv de potência, desaparecendo o motor 740 d para dar lugar ao 745 d (um V8 que debita 300 cv e um impressionante binário de 700 Nm, disponível a partir das 1.750 rpm e constante até às 2.500 rpm. Como versões de entrada a marca disponibiliza os motores 730d e 730 i (diesel e gasolina, respectivamente) com preços a partir dos 91.900 €. Ligeiramente superiores são os preços do 740 d (98.200 €) e do 745d (cerca de 120.000 €) o novo série 7 tem o início de comercialização previsto para a 1ª semana de Maio.
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NA ESTRADA COM… VW Golf TDI 4 Motion
Após termos conduzido versões mais “normais” a nossa curiosidade residia em guiar a evolução do sistema 4Motion introduzida na última geração do VW Golf. O sistema da VW assume-se como uma transmissão integral permanente com três diferenciais, sendo o central do tipo Torsen. A ele está associado um avançado sistema de tracção, com controlo electrónico que eleva, ainda mais, o patamar de segurança. Consoante as condições de aderência, a potência pode ser distribuída entre os dois eixos. Para além disso, o sistema consegue ainda gerir a tracção que cada roda poderá dispor em cada momento.
Resultado: segurança efectiva em qualquer tipo de piso. Conduzimos este modelo durante os nevões que se fizeram sentir no passado mês de Fevereiro e tivemos a possibilidade de circular em estradas completamente geladas. Assim, pudemos retirar conclusões efectivas não só do sistema 4Motion como também dos restantes elementos de segurança que equipam o carro: ABS e controlo de estabilidade, cuja conjugação com a tracção integral resulta de forma invejável, quer ao curvar quer nos arranques.
Equipado com o motor 2 litros (1968 cc) que debita 140 cv este Golf proporciona-nos valores muito interessantes de acelerações, ultrapassando os 200 km/h em velocidade máxima. A partir de 36.000 € o sistema de tracção integral da VW é uma mais valia a ter em conta na hora de levar este Golf para a estrada.
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