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Novo Mazda MX-5

 

Novo Mazda MX-5

 

Edição de 31 de Março de 2005

Novo Mazda MX-5
Compromisso na tradição

Os mitos são assim... intemporais.
Ao longo da sua carreira, o Mazda MX-5 tem movido paixões um pouco por todo o mundo. Esta terceira geração do modelo acaba por confirmar a sedução das linhas originais num amadurecimento de formas mas com a certeza de estarmos na presença de um novo modelo. De maiores dimensões em todos as cotas, a nova geração do MX-5 vem proporcionar um habitáculo mais amplo para além de assentar numa nova plataforma que encerra em si inovações tecnológicas que se traduzem num aumento do prazer de condução.
Se no exterior são claros os novos traços da sedução também no interior assistimos a um aperfeiçoamento de formas. O novo habitáculo transmite não só um maior envolvimento ao volante como um novo espaço desfrutável. A tradicional capota de lona manual com um óculo traseiro de vidro mantém-se evoluindo agora para a existência de um único manípulo de abertura.
Uma das mais importantes características do novo Mazda MX-5 é a utilização de uma plataforma baseada na do “irmão” RX 8 o que lhe vem garantir características dinâmicas acrescidas quer através da afinação quer através da incorporação do alumínio em diferentes componentes que garantem, por exemplo, um melhor índice de resistência à torção sem prejudicar o peso.
Para a nova geração do MX-5, a Mazda propõe uma evolução clara das motorizações também elas num apelo claro ao dinamismo e ao prazer da condução. Assim, o modelo é proposto com um bloco 1.8 de 126 cv com um binário de 167 Nm e um motor com 2 litros de capacidade e 160 cv com 188 Nm de binário. Ao nível da transmissão, o motor 1.8 disponibiliza uma caixa manual de 5 velocidades enquanto que a versão 2.0 tem disponível uma caixa manual de seis relações podendo-se optar por uma automática também com seis relações.
Apesar da sua apresentação pública, a data de comercialização ainda não está definida apontando-se para o decorrer deste ano.

 

PT Rali de Portugal

 

PT Rali de Portugal

 

PT Rali de Portugal
Que comece o espectáculo

É já este fim-de-semana que arranca mais um Rali de Portugal. Na mais pura tradição competitiva, as expectativas são muitas até porque este pode ser um trampolim para que Portugal possa ver, de novo, uma prova inscrita no calendário do Mundial de Ralis.
Com a assinatura do ACP Sport, o PT Rali de Portugal conta já com cerca de oitenta inscritos com a particularidade de mais de vinte pertencerem a listas de pilotos prioritários FIA e FPAK.
Do ponto de vista competitivo, a organização conta com um lote de pilotos convidados de luxo, Didier Auriol e Juha Kankkunen (ex-campeões do mundo), os finlandeses Ketomaki e Katajamaki, o espanhol Daniel Sordo, os suecos Daniel Carlsson e Mikko Hirvonen. No carro “zero” vai estar uma dupla que, desde sempre, marcou o mundial de ralis e que, apesar de há algum não trabalhar junta, decidiu apoiar, desde a primeira hora a organização. Trata-se da dupla Carlos Sainz e Luis Moya.
Do lado da armada portuguesa, agora que o campeonato começou da melhor forma, espera-se uma forte oposição a Armindo Araújo. O piloto da Mitsubishi vai ter a oposição dirtecta dos outros pilotos com carros do Grupo N, Fernando Peres, Pedro Leal e Ricardo Teodósio em Mitsubishi para além das equipas oficiais da Citroën, com Adruzilo Lopes, da Renault, com Matos Chaves e José Pedro Fontes, da Peugeot, com Miguel Campos e Bruno Magalhães e da VW, com Pedro e Paulo Meireles. A Skoda assina o ponto com três Fabia da Taça Diesel.
O palco da prova é o Algarve e o Baixo Alentejo num rali corrido com 12 provas especiais de classificação, com um total de cerca de 240 Km, com 17 zonas espectáculo.

 

Novo Código de Estrada

 

Novo Código de Estrada

Novo Código de Estrada
A cada um a sua consciência

Há muito anunciado, o novo Código de Estrada já entrou em vigor. A sua entrada em vigor vem suster mais um caminho percorrido em nome da diminuição dos índices de sinistralidade em Portugal. Muito para além de alterações significativas ao nível da legislação importa destacar as alterações das tipologias das infracções onde aí, sim, se registam apreciáveis agravamentos assim como nas respectivas sanções.
No novo Código agora em vigor, são sublinhados aspectos relativos à protecção dos peões e ocupantes dos veículos para além de alguns agravamentos comportamentais no que diz respeito ao transporte, em dispositivos devidamente regulamentados, de menores ou o uso indevido do telemóvel, prática de manobras perigosas e condução sob o efeito de álcool e drogas.
Mesmo assim, é bom que se pense que, por muito perfeito que seja em termos legislativos, por muito repressivo que seja em termos de aplicação de sanções o novo Código de Estrada de nada servirá se fizermos dele “letra morta”. É necessário que a consciência de cada um seja a melhor bitola no nosso comportamento como usuários da via pública.

 

 

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