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Edição de 17 de Março de 2005
Guarda com seis pilotos no Autocross
Duplo podium para J.P. Fonseca
Uma “armada” de seis pilotos iniciou a temporada de Autocross, no fim-de-semana de 26 e 27 de Fevereiro, em Vila Nova de Foz Côa, cidade onde, habitualmente tem lugar a prova inaugural de cada temporada. Este ano com duas novidades – Alcides Borrego e Marco Paixão – a Guarda está bem representada nesta modalidade que, desde há uns anos tem contado sempre com pilotos da cidade mais alta entre os participantes.
António Matias, ao volante do seu Mitsubishi, obteve, na estreia, o 8º lugar da Divisão I do Campeonato Nacional. Na Divisão II, José Pedro Fonseca e o seu Opel estiveram à beira da vitória, terminando num excelente 2º da geral. Assinale-se o regresso de Luís Peixoto com um Toyota Celica que conseguiu o 6º lugar da geral, apesar de ter cruzado a linha de meta com o motor partido. Joaquim Frade alcançou a vitória nas 2 rodas motrizes, com o Lancia Delta HF, classificando-se em 5º lugar da geral. Na 7ª posição ficou o estreante Alcides Borrego que, ao volante de um Mitsubishi Stereon, terminou em 2º na classe de duas rodas motrizes. Marco Paixão, na Divisão I da Taça Nacional logrou terminar, classificando-se em 11º da geral.
Na prova seguinte, realizada em Murça no passado fim-de-semana, “apenas” compareceram quatro destes pilotos. António Matias, pela última vez ao volante do Mitsubishi EVO IV (estreará em breve o EVO VI), alcançou o 7º lugar na Divisão I do Campeonato Nacional, enquanto na Divisão II, José Pedro Fonseca voltou a subir ao podium e, de novo, na 2ª posição repetindo, assim, a prestação de Foz Côa. Já os pilotos que estiveram na Divisão I da Taça Nacional não tiveram a mesma sorte. Marco Paixão foi forçado a abandonar, com problemas de embraiagem, enquanto Joaquim Frade teve problemas numa roda do Lancia (que saltou) enquanto seguia na 2ª posição, tendo acabado na 3ª posição da respectiva Divisão.
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Campeonato Nacional de Ralis
Póvoa “abre” época promissora
O rali Casino da Póvoa marcou o arranque do Nacional de Ralis 2005. Numa jornada difícil, realizada nos duros troços de terra do Minho, a dupla da Mitsubishi Armindo Araújo/Miguel Ramalho acabou por vencer. A vitória cedo se desenhou e, ao longo das onze classificativas do rali, foi consolidada aos poucos mesmo com alguns problemas de caixa surgidos no final da prova. No resto do pódio, os carros de Fernando Peres e de Ricardo Teodósio acabaram por se impor na terra minhota.
Na “guerra” dos competitivos S 1600 as palmas vão para a dupla José Pedro Fontes/Fernando Prata que levou o Renault Clio ao 4º lugar à frente de Miguel Campos da Peugeot que penalizou ao mudar a embraiagem. A dupla Pedro Matos Chaves/ Nuno Rodrigues da Silva classificou-se na 6º posição num rali não isento de problemas de acerto da suspensão que se traduziram em problemas de tracção. Um pouco mais para trás, em 7º lugar, classificou-se Adruzilo Lopes, o piloto oficial da Citroën.
Neste arranque de temporada, que se espera que seja uma das mais competitivas de sempre, não faltarão motivos de interesse para se seguir. Até porque, se pensarmos no envolvimento oficial de seis marcas e três privadas de topo que envolvem um grupo de pilotos campeões nacionais que conquistaram o ceptro nos últimos onze anos, só poderemos pensar no melhor dos argumentos. Depois, teremos que, também, pensar no espectáculo que podem oferecer os troféus monomarca promovidos pela Citroën, Fiat e Peugeot que sempre representaram não só um ponto de interesse competitivo mas também um excelente espectáculo de desporto automóvel. Mas só com o desenrolar da temporada e com o equilíbrio das provas entre a terra e o asfalto, de certo, se poderá conjecturar a candidatura ao título de pilotos e marcas.
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Matos & Prata já o apresentou
Novo BMW Série 3 em Portugal
O passado dia 10 de Março, assinalou a data de início de comercialização, em Portugal, do novo BMW Série 3. Para lançamento do novo e esperado modelo, os concessionários da rede, nomeadamente o concessionário da Guarda, Matos & Prata, estiveram no passado fim-de-semana de portas abertas para a apresentação do mais recente produto da marca. E foram muitas dezenas aqueles que quiseram ver de perto (e experimentar) o Série 3. A avaliar pelas encomendas e pelo interesse despertado está garantido o sucesso da 5ª geração do mais bem sucedido modelo da BMW que chega ao mercado nacional em 3 diferentes versões, todas elas equipadas com caixa de 6 velocidades: duas a gasolina, o 320i de 150 cv e o 330i com o novíssimo motor de 6 cilindros e 3 litros de cilindrada, com 258 cv e um binário de 300 Nm, que o tornam no mais poderoso motor de 3 litros do seu segmento. No que respeita a Diesel, o novo 320d, equipado com tecnologia common rail de 2ª geração e um Turbo de geometria variável, desenvolve 163 cv.
No final de Abril irá ficar disponível a 4ª versão do lançamento, o 325i a gasolina, com um motor de 6 cilindros de 218 cv.
Com um equipamento de série enriquecido em relação ao seu antecessor, as versões a gasolina, disponíveis no lançamento, começam nos 39.850€ do 320i, passando pelos 49.850€ (325i) e 58.650€ (330i). A versão Diesel 320d é comercializada a partir de 42.200€.
No último trimestre do corrente ano, a gama do novo BMW Série 3 Sedan irá ser alargada, com a chegada de mais 3 motores a gasolina: 316i, 318i e 323i e de mais 2 motores Diesel: 318d e 330d.
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NA ESTRADA COM...
Citroën C2 VTS
Compacto e com um design atraente, o Citroën C2 na versão VTS assume, ainda um carácter desportivo num conjunto inegavelmente atractivo. Esta versão, cujo estilo (sublinhado pelo desenho alargado das cavas das rodas e pelas jantes de 16``), se prolonga para o interior, com decoração, igualmente desportiva,
está equipada com o motor 1.6 16 V, uma caixa manual bem escalonada e um chassis afinado para o prazer da condução num conjunto de argumentos que o tornam francamente “apetecível”. Sabe bem conduzir um pequeno automóvel onde a precisão do trem dianteiro e uma traseira de comportamento honesto, nos proporciona momentos de puro prazer, graças, também ao trabalho desenvolvido ao nível das molas, amortecedores e barras estabilizadoras. E quem melhor que os técnicos da Citroën para por nos automóveis do dia-a-dia a experiência de anos de competição?
Na estrada (e quanto mais sinuosa ela for, tanto melhor) o comportamento está à altura das expectativas que, nos transmite este compacto. Aproveitem-se pois os 125 cv os 143 Nm de binário às 4000 rpm – e tudo o que vem dessa rotação para cima – para chegarmos aos 100 Km/h em menos de 9``. Potência, velocidade (202 km/h) e comportamento com “alma” fazem deste C2 “ vitaminado” uma viatura irreverente que, por 20.500€, proporciona momentos inesquecíveis a quem gosta de conduzir. |
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