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Edição de 24 de Fevereiro de 2005
Nova Sucursal é a prenda
Peugeot Portugal comemora 10º aniversário
A Peugeot Portugal, filial do Grupo PSA no nosso País, celebra este ano o 10º aniversário e desde a sua constituição, em 1995, a marca protagonizou um desempenho comercial, que a projectou para o 2º lugar do mercado automóvel nacional. Dando continuidade a um desenvolvimento constante em Portugal, neste ano de comemoração de uma década a Peugeot Portugal dará corpo a uma nova “casa”.
A Peugeot Portugal dispõe, hoje em dia, de uma imagem de marca que põe em evidência a qualidade dos seus produtos e de uma sólida rede de distribuição, a Peugeot posiciona-se como uma das marcas de referência do mercado nacional.
O desenvolvimento da marca desde a constituição da Peugeot Portugal Automóveis, em 1995, conferiu-lhe, no panorama português, uma posição decisiva, que representa actualmente o 2º lugar no “ranking” de vendas com uma quota de mercado próxima dos 11% (Veículos de Passageiros + Veículos Comerciais Ligeiros). A história da Marca em Portugal tem quase tanto tempo quanto a do próprio Construtor. Em 1897 o primeiro Peugeot equipado com um motor Panhard e um chassis construído em Andincourt, foi importado para o nosso país. Em 1948 a Mocar assumia a representação oficial até 1995, ano que assinala a criação da Peugeot Portugal e a inauguração do seu edifício sede em Alfragide. Passando a assegurar directamente a importação das suas viaturas para o mercado nacional, a Peugeot não mais parou de se desenvolver, quer ao nível da sua estrutura, dos investimentos realizados no País e dos resultados comerciais. A evolução da Peugeot, no plano comercial, assenta quer no bom desempenho dos Veículos de Passageiros 206, 307 e 407, e do monovolume 807 (todos referências nos respectivos segmentos), quer na progressão notável que os Comerciais Ligeiros têm registado. No plano comercial, em 2005, a marca vai prosseguir com a inovação ao nível dos produtos: no primeiro semestre surgirá o topo de gama 607 com evoluções estéticas e o novo motor V6 2.7 HDi, e será lançado o primeiro automóvel da "série mil" – o 1007, o monovolume de nova geração; o segundo semestre, trará também novidades, com a introdução do 107. Apesar da difícil situação que o sector automóvel atravessa, a Peugeot não deixará de investir no mercado nacional. Assim, este ano ficará marcado pela aposta numa nova Sucursal em Oeiras, um passo decisivo na estratégia da Marca para o mercado português e que representa um investimento na ordem dos 4,5 milhões de euros. A segunda sucursal da filial Peugeot no território nacional, surge na sequência do forte crescimento do parque automóvel Peugeot e constitui simultaneamente uma oportunidade para a Marca estar mais próxima do cliente e desenvolver novas oportunidades de negócio, aproveitando o seu “know how”. Por outro lado, a nova Sucursal possibilitará à Peugeot reforçar a sua presença na Grande Lisboa, designadamente no Concelho de Oeiras, a terceira região do País no ranking de «poder de compra». Seguindo o conceito “Blue Box”, o novo padrão de imagem da rede de concessionários, o edifício agregará numa área de 5.034 m2 todas as actividades da Marca: venda de Veículos Novos (Passageiros e Comerciais), comércio de Veículos Usados (Ocasiões do Leão), Serviço Após-venda (mecânica, carroçaria e serviço Peugeot Rapide), contando ainda com um centro de ensaios. Para além do significativo investimento financeiro, esta nova instalação representará a criação de mais 50 postos de trabalho, elevando para 255 o número de colaboradores da Peugeot Portugal.
Português vence concurso mundial
A Peugeot Portugal teve, também uma prenda muito especial, neste ano de aniversário ao ver o português André Costa ser declarado vencedor do Concurso Mundial de design promovido ela marca do leão e que, este ano teve cerca de 3.800 participantes. André Costa, 23 anos, estudante de Design de Produto da Faculdade de Belas Artes, venceu este concurso com o projecto “MOOVIE”.
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Nuno Rodrigues da Silva ao lado de Matos Chaves
Renault em aposta dupla
A época de ralis promete ser uma das mais animadas e competitivas da história da modalidade e o campeonato corre mesmo o “risco” de ser considerado uma referência na Europa, com sete marcas envolvidas a nível oficial. Neste sentido, os argumentos da Renault para o Campeonato Nacional de Ralis 2005 só podiam ser reforçados. O projecto assenta em dois Renault Clio S1600, nas duplas de pilotos Pedro Matos Chaves/ Nuno Rodrigues da Silva e José Pedro Fontes/Fernando Prata, numa nova estrutura técnica – a Opção 04 – e na entrada de novos parceiros. A equipa adopta a designação de “Renault Vodafone Elf”!
Relativamente aos dois últimos anos, são muitas as novidades para a temporada de 2005. A mais importante… a duplicação da aposta, ou seja: a participação não de um, mas sim de dois Renault Clio S1600.
Cristina Carvalho, Directora de Comunicação da Renault Portugal refere-se ao projecto com particular emoção: “não só pela importância do mesmo para a marca, face à enorme tradição da Renault nos ralis, mas porque pensamos que estamos a prestar um imenso contributo para o automobilismo nacional e aos ralis, em particular. É com orgulho que apresentamos um projecto com estes contornos e é com evidente entusiasmo e expectativa que encaramos a época”.
A estreia da equipa acontecerá no primeiro Rali do Campeonato a 11 e 12 de Março, com o Rali Casino da Póvoa
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NA ESTRADA COM…
BMW 116 i
A uma marca como a BMW dificilmente se poderão apontar erros graves quando decide apostar em novos modelos. No caso do Série 1 a aposta foi, desde logo, ganha quer em termos estéticos, quer em questões dinâmicas. Quanto ao design destaque para as linhas atraentes e modernas, a enorme distância entre eixos e um capot alongado, fruto da inspiração em alguns desportivos de outras gamas e segmentos da própria marca. Ao volante destaca-se a posição de condução, a direcção rápida e precisa e a boa estabilidade e aderência. O motor 1.6 de 115 cv, mostra-se à altura do peso do conjunto, oferecendo muito boas recuperações e possibilitando atingir os 200 km/h de velocidade máxima. Se não abusarmos do pé direito conseguem-se consumos a rondar os 7 litros em estrada. O seu carácter desportivo é inegável e não desdenha as origens. O comportamento em pisos sinuosos é irrepreensível e a tracção traseira convida a alguns abusos que resultam em “power-slides” facilmente domináveis com a direcção e acelerador, mas que não deixam de provocar o aumento de adrenalina, contribuindo para o prazer de condução. O mais pequeno da “família” da marca alemã está disponível em quatro níveis de equipamento, com preços a partir dos 27.000 €.
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