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Honda e Clio Cup
 
Honda e Clio Cup

Edição de 22 de Outubro de 2004

Honda e Clio Cup
Francisco Carvalho em busca do tempo perdido…

Sendo um dos principais candidatos, ainda não foi desta que Francisco Carvalho revalidou o título na Honda BPI Cup. À saída para a corrida de Braga os cinco primeiros classificados dos treinos (Freitas, Dória, Fino, Leal dos Santos e Carvalho) encontravam-se separados por uma diferença de apenas 0,596s entre si. Miguel Freitas foi o mais rápido no arranque, tirando assim o melhor partido da pole-position. Depois de uma saída de pista Dória assumiu a liderança da corrida até ao final. As atenções centraram-se, então, em Ricardo Bravo e Francisco Carvalho, os principais candidatos ao título. Na terceira volta Francisco Carvalho sobe ao segundo lugar para, quatro voltas depois, ser Ricardo Bravo a passar a ocupar esta posição até final cruzando a linha de chegada com uma vantagem inferior a um segundo sobre Carvalho. O piloto da Guarda continua a liderar a classificação geral provisória ao contabilizar 227 pontos. A última jornada do troféu corre-se no final do mês no Estoril.
Quanto à derradeira etapa da Clio Cup foi por um triz que o piloto da Guarda não assinou a vitória no Troféu. Após a primeira corrida da última dupla jornada, Francisco Carvalho dispunha de uma vantagem de seis pontos sobre o seu principal rival. Depois de ter obtido o quarto tempo nos treinos, a corrida acabou por não responder às expectativas. Foi a partir da quarta volta que as emoções da corrida começaram. Francisco Carvalho assumiu o comando para depois se assistir a diferentes trocas de liderança. Numa corrida vivida ao rubro o inesperado aconteceu na 15ª volta: o piloto da Guarda teve que efectuar um “stop and go” de 10 segundos na boxe na sequência de uma decisão dos Comissários Desportivos por condução anti-desportiva. Os factos teriam acontecido, na primeira volta, altura em que Carvalho sofre uma ligeira saída de pista e ao reentrar teria batido no Clio de Pedro Estrela, obrigando-o a desistir. “Senti-me injustiçado por tal decisão, uma vez que quando retomei a pista não deslumbrei nenhum carro. O toque no carro do Estrela aconteceu por uma simples incidência que, por vezes, não podemos evitar numa corrida de automóveis”, justificou. Apesar desta penalização, Francisco Carvalho ainda “foi a tempo” de terminar a corrida na quarta posição, mas que o impediu de vencer a edição deste ano da Clio Cup.

 

BMW 530 D Touring.
 

 

Na estrada com…
BMW 530 D Touring.

Depois da introdução da nova berlina da série 5 chegou a vez da versão Touring conhecer, igualmente, uma nova geração, cujo design exterior a torna numa das mais belas propostas presentes no mercado, com um “look” marcadamente desportivo e onde o aumento das dimensões beneficiou o espaço interior, agora mais consentâneo com o posicionamento da viatura no segmento. A versão que experimentámos vem equipada com a motorização 3 litros turbodiesel de seis cilindros, que debita 218 cv cujas prestações estão ao nível do que dela se pode esperar, como o demonstram os mais de 240 km/h de velocidade máxima. No que diz respeito ao comportamento, não há quaisquer reparos a fazer, já que esta BMW se comporta como se estivesse “agarrada” à estrada. Muito por culpa da suspensão dotada de barras estabilizadoras “Dynamic Drive” e dos pneus adoptados, é certo, mas a concepção de base tem em vista uma eficácia notável na hora de irmos para a estrada, o ambiente mais natural para esta viatura. Em relação ao equipamento, esta versão dispunha de uma série de opcionais (pena que acabam por ter um peso decisivo no preço final), incluindo a estreia na Europa do sistema “head-up display” que projecta no pára-brisas as informações disponibilizadas pelo computador de bordo, sem que o condutor tenha que desviar os olhos da estrada. Por 71.000 € (preço da versão ensaiada) dispomos de uma das mais fantásticas propostas oriundas do construtor alemão e que nos faz, permanentemente, o convite a sairmos com ela…para a estrada.

 

 

Citroën apresentou o novo C5

Alvo de uma profunda remodelação, o novo Citroën C5 foi apresentado à Comunicação Social internacional em Setembro. Após o início de comercialização no nosso País, a Citroën Portugal trouxe até à Guarda o novo C5 para o apresentar à Comunicação Social Regional. Em simultâneo a versão VTS do C2 esteve à disposição dos jornalistas.

 

Citroën apresentou o novo C5

Novos motores, equipamentos mais requintados e alterações estéticas fazem parte da renovação de que foi alvo o topo de gama da Citroën.

 

 

 

 

 

 

 

Apresentação na Guarda

Entidades oficiais juntaram-se à Comunicação Social Regional para, a convite da Citroën Portugal, conhecerem melhor o novo C5.

Citroën apresentou o novo C5
Renovação sem revolução

A Citro ën prossegue a renovação das suas gamas, numa dinâmica que se iniciou com o C3, a que posteriormente se seguiu o C2 e o monovolume Xsara Picasso. Para breve já está anunciado o C4, mas entretanto o C5 foi alvo de melhorias. Neste caso, sem ter feito uma revolução, a marca francesa introduziu uma série de alterações que visam provocar uma evolução no seu (ainda) topo de gama.

Mantendo o design geral, as alterações estéticas introduzidas no exterior a nível da grelha frontal e dos grupos ópticos (em forma de boomerang) fizeram com que o novo C5 apresentasse um “look” mais moderno e consentâneo com o “ar” de família que passa a caracterizar os novos Citroën, num estilo que visa introduzir um maior dinamismo, mantendo o aspecto sedutor e elegante que já caracterizava a anterior geração.
As suas dimensões permitem-lhe estar dotado de um habitáculo espaçoso onde cinco adultos se instalam com todo o “à vontade”. Também aqui houve uma nítida evolução, quer a nível da qualidade dos materiais empregues, quer no design adoptado para o novo quadro de bordo e para a nova consola central – aqui idêntica ao seu “primo” Peugeot 407.
Mas um dos grandes trunfos deste novo C5 é, de facto, a panóplia de equipamento ao dispor do condutor, cujos itens, se tornam preciosos auxiliares da condução, bem como contributos importantíssimos para a segurança, quer activa, quer passiva. Assim, e consoante as versões, dispomos de faróis bi-xenon, direccionais, isto é que acompanham a viragem, possibilitando uma iluminação optimizada em curva. Para além disso, a ajuda ao estacionamento, presente quer na dianteira quer na traseira é acompanhada da visualização da manobra no ecrã multi-funções. Estreia absoluta em veículos de passageiros é o sistema AFIL. Trata-se de um alerta de atravessamento involuntário das linhas do pavimento, que avisa o condutor – por vibração do banco, no lado correspondente, se este está a sair da sua trajectória, ou a cruzar os “traços” no pavimento. O accionamento do “pisca” ou um botão na consola desactivam o sistema. Para além destes, outros componentes revelam-se de extrema importância, como o ABS com ESP de última geração e os sete airbags.
Quanto às versões disponíveis, em Portugal, existem três níveis de equipamento (X, SX e Exclusive) todos com diversos “packs” opcionais. Em relação às motorizações dispomos de dois gasolina (1.8 de 117 cv e o 3.0 V6 de 210 cv) e três diesel HDi: 1.6 de 110 cv, 2.0 de 138 cv e o 2.2 de 136 cv. A comercialização teve início no passado dia 1, a preços que variam entre os 27.900 € e os 50.900 €. Também disponível desde o início está a versão break cujos preços são superiores ao berlina na ordem dos 2.000 €.

 

Apresentação na Guarda

Após a apresentação internacional, onde o Escape Livre esteve presente, e alguns dias após o início da comercialização, a Citroën iniciou na Guarda, a apresentação à imprensa regional, tal como já aconteceu com produtos anteriores, sendo a Citroën Portugal a primeira marca a tomar este tipo de iniciativa: a descentralização da apresentação de novos produtos. Assim, na passada segunda-feira, e no Hotel Lusitânia Parque, uma conferência de imprensa antecipou o test-drive de algumas das versões gasolina e diesel do C5.
Ao mesmo tempo a marca aproveitou para promover o test-drive no mais recente C2 introduzido no mercado nacional: o VTS. Equipado com o motor gasolina de 125 cv posiciona-se no topo da gama de entrada da Citroën.
Para além de representantes dos órgãos de comunicação social regional, diversas entidades oficiais estiveram presentes, a convite da Citroën.

 

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Última modificação:23-01-2009