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Edição de 30 de Julho de 2004
Versão “cliente” no Salão de Paris
Vem aí o Citroën C4
Depois de ter mostrado nos Salões Automóveis já realizados este ano a versão desportiva, a Citroën acaba de revelar as primeiras fotos oficiais do novo C4, cuja versão “cliente” irá estar pela primeira vez exposta no Salão de Paris em finais de Setembro.
O curioso da nova proposta da marca do “double chifron” é que surge, logo na altura do seu lançamento, em duas opções de carroçaria: Berlina e Coupé. Partilhando uma frente, interiores e motorizações comuns, é na secção traseira, a partir do pilar B que se notam as principais alterações estéticas que diferenciam ambas as versões.
Em termos de motorizações a gama irá dispor, logo à partida, de cinco motores a gasolina, com potências que vão dos 90 aos 180 cv, e três motores diesel Hdi de última geração com potências que vão dos 92 aos 138 cv.
Para além dos cuidados estéticos que a Citroën revelou ao desenhar o C4, o acento tónico será colocado na qualidade de vida a bordo, oferendo uma série de novidades e um equipamento muito cuidado e extenso nas versões que irão estar à disposição do cliente com o objectivo de proporcionar uma condução simplificada e serena. Elementos como o volante de comandos centrais fixos, um display inédito que fornece as informações numa lâmina translúcida, a presença de um perfumador de ambiente, integrado no tablier, ou o sistema AFIL de segurança que alerta para a transposição das linhas laterais, desde que o pisca não tenha sido accionado são alguns dos exemplos do cuidado posto pelos técnicos da marca naquele que será o substituto do Xsara que se colocará uns pontos acima, graças à qualidade dos materiais e da construção, bem como do equipamento que em muitos casos passa a ser referência quer no segmento quer para segmentos superiores.
Com a Berlina e o Coupé C4 , a Citroën prepara-se para voltar a animar o mercado com propostas que colocam, uma vez mais, a marca na dianteira da oferta automóvel.
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Um dos mais antigos Clubes Portugueses
100 Á HORA em duplo aniversário
O Clube 100 à Hora, um dos mais antigos em Portugal, reuniu num jantar na capital dezenas de amigos para comemorar os 69 anos de existência e, de forma muito especial, o meio século de Volta a Portugal em Automóvel, uma das mais carismáticas provas de sempre do automobilismo nacional.
Foi em 1954 que os responsáveis do 100 à Hora resolveram levar a efeito a 1ª Volta a Portugal em Automóvel. “Uma verdadeira aventura” como referiu um dos responsáveis do Clube “se pensarmos como eram os automóveis de então, o seu grau de preparação e como eram as nossas estradas”. No entanto, esta “aventura” foi ganhando cada vez mais importância chegando a rivalizar em popularidade com o então Rali Tap.
Certos desta importância os responsáveis do 100 à Hora sempre quiseram revitalizar o espírito da prova mas foi só com o dinamismo e a visão que se reconhecem ao Engº. Heitor de Morais que transformou a Volta a Portugal em Automóvel num rali de grande categoria e que em Novembro terá a sua 50ª edição. Este ano a região da Guarda irá ser contemplada com a passagem da caravana e com a realização de alguns troços nesta zona.
Durante o jantar comemorativo, onde o Escape Livre esteve presente, muitos foram os que se associaram a esta efeméride, como actuais e antigos dirigentes, entidades oficiais e muitos pilotos actuais ou que já abandonaram a competição e a grande maioria dos vencedores da Volta a Portugal que assim tiveram a oportunidade de recordar velhas histórias do automobilismo, da prova e do Clube aniversariante.
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Peugeot reforça gama
407 com nova motorização
Após o lançamento, em Maio, do 407 a Peugeot acaba de introduzir na gama do seu novo automóvel mais uma motorização que, aliás, ficara já prometida desde a sua apresentação mundial que, como é sabido, decorreu no Algarve. Trata-se do motor 1.6 HDi de 16 válvulas e 110 cv e que, conforme anuncia a marca, se vem tornar numa peça-chave do segmento M2, onde o 407 se prepara para a discussão do top de vendas.
Depois de ter sido introduzida nas gamas 206 e 307, esta nova motorização permite à marca francesa que as versões “Premium” (28.990 euros) e “Executive” (29.990 euros) estejam disponíveis com o novo motor, abaixo da barreira ”psicológica” dos 30.000 euros. Face ao actual panorama do mercado nacional, é com enorme expectativa que a marca do leão coloca este motor no mercado nacional que assim completa a oferta em termos de motores diesel para o mais recente dos “leões” em comercialização no mercado nacional.
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NA ESTRADA COM...
Seat Altea 2.0 TDI Sport
Depois do aparecimento, em grande escala, dos monovolumes, a maioria das marcas apercebeu-se que havia espaço para a mesma filosofia mas num segmento distinto. A Renault (uma vez mais) foi pioneira com o Scénic, mas rapidamente outras marcas lhe seguiram os passos (como a Ford com o C-Max, p. ex.). Procurando ser alternativa mas com alguma originalidade, a Seat apostou no Altea como resposta e podemos dizer que o objectivo foi plenamente conseguido. As linhas modernas acentuam o carácter desportivo, cunho da marca espanhola nas suas últimas criações. A traseira poderá ser a zona menos consensual, mas não deixa de contribuir para um conjunto compacto, que não revela o enorme espaço interior, quer para passageiros quer para bagagens. Uma enorme lista de equipamento, capaz de satisfazer os mais exigentes, contribui para o bem estar e para a satisfação de condução de um modelo que se comporta à altura das expectativas na hora de andar e de ...curvar. A versão com que fomos para a estrada ( 31.600 euros ) vinha dotada do motor Tdi de 140 cv e as prestações estão, igualmente à altura do que se espera, até de um modelo desportivo, aqui com a vantagem de os consumos serem francamente reduzidos face ao que se oferece. Em resumo, estamos em presença de uma excelente proposta que alia num só corpo um conjunto de filosofias de construção automóvel, numa simbiose que transforma o Altea numa séria proposta a ter em conta na hora de optar.
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