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Edição de 31 de Outubro de 2003
Rover Streetwise
Dinâmica e aventura em plena cidade
A Rover acaba de lançar um novo modelo para as suas
gamas, que tem a originalidade de estrear um novo segmento de mercado:
U.A.V., sigla em inglês de Urban Utility Vehicle, ou seja,
Veículo Urbano Utilitário. Tendo como base o 25, a
Rover procura ir de encontro aos que possuindo um espírito
aventureiro, procuram sobreviver na …selva urbana.
Conduzir na cidade é muitas vezes enfrentar uma autêntica
selva. Talvez a pensar nisso, a Rover envolveu este modelo com fortes
protecções, que resistem aos pequenos toques e raspões
de que muitos somos vítimas. Os pisos mais degradados e as
subidas de passeios são, facilmente ultrapassáveis,
graças a uma suspensão que viu o curso dos amortecedores
ser aumentado ao mesmo tempo que se reforçou a ligação
entre a jante e o pneu. O aspecto exterior de robustez e dinamismo
completa-se com as barras no tejadilho. Em resumo é nas modificações
exteriores que este Streetwise marca a diferença. No interior
surgem os bancos específicos e a possibilidade de optar entre
4 e 5 lugares. De resto tudo se mantém como no 25, com quem
partilha todos os componentes mecânicos, à excepção
das diferenças na suspensão.
Ao volante
Estivemos em Madrid, a convite da Rover Portugal, onde tivemos
oportunidade de conduzir este curioso e apelativo modelo e verificámos,
desde logo que as modificações na suspensão,
se bem que o tornam um pouco mais “duro” não
compromete o conforto nem o comportamento dinâmico já
que mesmo em curvas mais apertadas, o Streetwise mantém uma
trajectória correcta sem adornos de carroçaria. Nesta
apresentação internacional a Rover disponibilizou
duas motorizações: uma a gasolina (o conhecido motor
da série k, 1.4 de 103 cv) e o 2.0 diesel de 101 cv. Diga-se
que foi este último que mais nos agradou uma vez que dispõe
de um binário que é quase o dobro do motor a gasolina
(240 Nm contra 123 Nm) disponível logo a partir das 2000
rpm, enquanto o gasolina apenas tem o seu binário máximo
às 4500 rpm. Isto possibilita outro tipo de condução,
sobretudo mais viva e dinâmica indo de encontro ao estilo
geral da viatura e aos gostos do cliente tipo definido pela própria
Rover situado na faixa etária entre os 25 e os 35 anos.
No nosso País, a comercialização teve início
há cerca de uma semana, apenas com o motor 1.4. Só
em Janeiro surgirá a motorização diesel e em
meados de 2004 surgirá, ainda, uma versão com motor
gasolina 1.6 e 109 cv de potência. Com três níveis
de equipamento (Base, Classic e Club) os preços vão
dos 15.995 euros, passando pelos 17.195 euros do Classic e 19.595
euros para o topo de gama Club. Navegação por satélite,
DVD, jantes especiais e protectores de faróis estão
na lista dos opcionais. A MG-Rover Portugal conta comercializar
cerca de 240 unidades até ao final do ano.
Novo símbolo
A marca estreou neste modelo o seu novo símbolo. Utilizando
um navio viking – Drakkar – como logótipo desde
antes da II Guerra Mundial, o Drakkar modernizou-se, sendo agora
mais consentâneo com o espírito do sec. XXI e da imagem
de modernidade que a Rover quer transmitir ao Mundo. Este novo símbolo
será posteriormente alargado a todos os restantes modelos
em comercialização.
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Estoril Historic Festival 2003
Reviver o passado… no Estoril
A Talento promoveu no passado fim-de-semana (com a organização
desportiva do Motor Clube do Estoril e do A.C.P. Sport e sob a supervisão
da F.P.A.K. e da F.I.A.) um encontro de automobilismo desportivo
como jamais se realizou em Portugal. A HISTORICAL GRAND PRIX CAR
ASSOCIATION trouxe mais de 30 carros de F1 das décadas de
50 e 60 que possibilitaram reviver os primeiros Grandes Prémios
realizados em Portugal.
O argentino José Froilán González – primeiro
piloto a ganhar um GP em Ferrari, em Silverstone, em 51 –
esteve no Estoril Historic Festival. Tendo pilotado um Lancia no
GP de Portugal de 1953, em Monsanto, nas comemorações
do 50º aniversário do A.C.P. voltou agora para fazer
parte das comemorações do Centenário.
Por outro lado, o Campeonato FIA TGP-Thoroughbred Grand Prix Cars
conheceu no Estoril a sua última prova deste ano.
A Renault foi a primeira marca a aderir a uma participação
desportiva neste Festival: além de duas VOITURETTES Type
A e Type K do início do século passado, esteve no
Estoril o mítico RS01 – o primeiro Fórmula 1
com motor Turbo –, o Renault Alpine A110 vencedor do Rali
de Portugal de 1971 (J.-P.Nicolas) e 1973 (J.-L.Therier), o Renault
Alpine A442B V6 Turbo vencedor das 24 Horas de Le Mans de 1978,
além de um Renault 5 Maxi, um Clio V6 e um Renault R20 Dakar.
Presentes estiveram também os famosos pilotos Jean-Pierre
Jaussaud (vencedor em Le Mans), Jean Ragnotti (Campeão de
França de Ralis) e Alain Serpaggi.
Markku Allen, o piloto de ralis mais popular em Portugal –
graças às suas performances no Rali de Portugal –
deliciou o público na reconstituição do SLALOM
do Rali de Portugal na recta da meta.
O Slalom esteve aberto a todos os pilotos portugueses de rali ou
de perícias que se juntaram a este grande atractivo que sempre
encheu as bancadas do autódromo nos anos 70 e 80. Houve várias
classificações com prémios especialmente concebidos
e fabricados pela Atlantis em cristal.
Apenas a chuva prejudicou, de alguma forma, o desenrolar de um programa,
exemplarmente organizado e que trouxe ao nosso País dezenas
de pilotos e máquinas que fizeram história no automobilismo
mundial, em várias modalidades e ao longo de várias
décadas.
Durante o programa deste Festival, a Fiat promoveu um encontro/jantar,
entre Markku Allen e diversos jornalistas portugueses. O Escape
Livre teve oportunidade de conversar, uma vez mais, com o piloto
finlandês que ainda se recordava bem de diversos jornalistas
portugueses, entre os quais Luís Celínio. A agradável
troca de impressões permitiu recordar outros tempos de que
todos temos saudades.
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Nas versões Quiksilver
e Renforcé
Peugeot reforça gama Partner
Em comercialização desde há alguns meses no
nosso mercado, a nova Partner caracteriza-se pela funcionalidade
e espaço associados a um preço altamente competitivo.
A gama acaba de ser reforçada, com a chegada de duas séries
especiais: Quiksilver, entre as versões de passageiros, e
Renforcé, na gama furgão.
Após os modelos 106 e 206, é agora a vez da Partner
receber uma versão Quiksilver que, através de uma
série especial, alia um produto enriquecido em termos de
equipamento a um preço muito competitivo. Baseada na versão
XT, a Quiksilver adiciona, de série, os seguintes elementos:
barras de tejadilho, pintura metalizada, faróis de nevoeiro
dianteiros, interior específico Quiksilver, rádio
com leitor de CD e comandos junto ao volante, e tapetes em borracha
à frente, atrás e na bagageira.
Tal como acontece com as restantes versões de passageiros
Partner, a Quiksilver está dotada de suspensão sobrelevada
e reforçada, bem como protecção inferior do
motor, contribuindo para incrementar a sua versatilidade e diferenciação.
Entretanto a Peugeot Portugal decidiu construir uma série
especial Partner Renforcé, baseada nas duas versões
mais vendidas da gama Partner furgão: o 170C 1.9D e o 170C
2.0 HDi. Para além de um monograma específico, a Renforcé
distingue-se face à versão Pack CD - que lhe serve
de base - através de três equipamentos específicos:
suspensão sobrelevada e reforçada, protecção
inferior do motor e grelhas de protecção nas ópticas
dianteiras.
De forma a beneficiar o posicionamento competitivo da Partner, a
Peugeot Portugal decidiu-se por um acréscimo de preço
de somente 130 euros face às versões equivalentes
em definição Pack CD. As novas propostas da Peugeot
para estes modelos já se encontram em comercialização
aos seguintes preços: Partner Quiksilver: 1.4 (75 cv) 14.703,05
euros; 1.9D (71 cv): 20.000,00 euros, enquanto a Partner Renforcé
170C 1.9D é proposta a 12.406,07 euros e Partner Renforcé
170C 2.0 HDi a 13.796,07 euros.
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