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Francisco Carvalho
Francisco Carvalho voltou a vencer mais uma prova do Trofeu Honda e prepara-se para renovar o título o que poderá já acontecer na próxima prova

 

Edição de 01 de Agosto de 2003

F. Carvalho na Honda BPI CUP-Braga II
E vão cinco…

Francisco Carvalho voltou a evidenciar uma notável supremacia na sexta jornada da Honda BPI Cup realizada no circuito Vasco Sameiro, em Bragano no passado dia 20 de Julho. O piloto da Guarda assegurou a quinta vitória da época (venceu todas as provas em que participou, tendo a excepção sido em Jarama), cimentando a liderança do trofeu agora com um total de 215 pontos. O triunfo de Francisco Carvalho começou a desenhar-se no início da sétima volta “após ter arrancado bem consegui passar o Francisco Fino logo na primeira volta e depois o Vasco Ferreira, limitando-me a partir desse momento a gerir a minha vantagem. Em relação ao trofeu, logicamente que já consegui quase o meu objectivo, pois pretendo revalidar o título conquistado o ano passado já na próxima jornada.”
Depois de Francisco Fino Jr. ter perdido a primeira posição a favor de Vasco Ferreira, imediatamente este duo de pilotos juntamente com Francisco Carvalho, se distanciou para rodarem sempre juntos em toda a corrida. Uma prova extremamente regular permitiu a Vasco Ferreira conquistar o segundo lugar - o que constituiu o seu melhor resultado até ao momento esta temporada - tendo cruzado a linha de chegada com uma desvantagem de 3,082s para Francisco Carvalho. Por sua vez, Fino terminou a escassos 0,355s de Ferreira e arrecadou o último lugar do pódio.
Cumpridas seis das oito jornadas da temporada 2003 de um trofeu que conta com os apoios da Honda, BPI, Shell, Avon e Jornal de Notícias, o grande motivo de interesse para as duas últimas corridas centra-se na discussão pelo primeiro lugar final entre Francisco Carvalho e José Dória, estando neste momento nove pilotos com naturais aspirações a conquistar a terceira posição final. Francisco Carvalho continua a liderar (215 pontos), sendo seguido por José Dória (159) e Pedro Villar (103).
A classificação final desta prova ficou assim ordenada: 1º Francisco Carvalho, 14 voltas em 22m 56,596s; 2º Vasco Ferreira, a 3,082s; 3º Francisco Fino Jr., a 3,437s; 4º Top Atlântico / José Dória, a 6,874s; 5º Top Atlântico / António Coimbra, a 7,494s; Volta mais rápida: Francisco Carvalho, em 1m 37,124s à média de 110,568 km/h.
A próxima corrida será o Circuito do Estoril 3 a 13 e 14 de Setembro e se Francisco Carvalho alcançar a vitória terá assegurado a renovação do título neste Trofeu.

 

Márcio Ferreira
Márcio Ferreira, apesar de lesionado poderá entrar no “top ten” da respectiva categoria
Vinicius Ferreira
Vinicius Ferreira, após um mau começo de época poderá alcançar um bom resultado no final da temporada

 

Em duas rodas
Márcio e Vinícius Ferreira no Top Ten…

No seu ano de estreia aos comandos de uma Yamaha do Team Hipermotos, Márcio Ferreira fez Campeonato Nacional aquém das expectativas, fundamentalmente porque o piloto de Famalicão tem participado nas provas, com uma lesão no punho esquerdo (e que o vai obrigar a uma intervenção cirúrgica). Rodando apenas e praticamente para cumprir calendário, Ferreira alcançou a 15ª posição final com o 7º lugar na Costa da Caparica a revelar-se como a sua melhor classificação. Mas, entretanto, o piloto conseguiu dar muito boa conta de si no campeonato de SuperCross, ainda a decorrer, alcançando excelentes resultados: 8º lugar em Marinhais, 6º em Coimbra, 5º em Glória do Ribatejo e 4º em Poutena.
Nesta altura em que os Campeonatos estão num pequeno interregno para férias, Márcio Ferreira é 5º da geral no Nacional de SuperCross, sendo 2º no Regional de Motocross estando, nesta altura em 4º da geral no Trofeu Romoto (campeonato que decorre em paralelo). Apesar da lesão, Márcio Ferreira tem, ainda, esperanças de conseguir um final de época capaz de superar todas as expectativas.
Entretanto, e continuando a mostrar a garra de campeão a que já nos habituou, o jovem Vinícius Ferreira, apesar de várias quedas num início de época muito atribulado, regressou ao pódio na Costa da Caparica (3º lugar), fazendo ainda um 5º lugar em Carrazeda de Ansiães e alcançando a 6ª posição em Tarouca, resultados que lhe permitem, nesta altura ser 8º classificado da geral no respectivo Campeonato tendo, ainda, hipóteses de chegar a uma posição entre os cinco primeiros. Também no Trofeu Romoto, o piloto ocupa a 5ª posição da geral.

 

Hyundai Santa Fé
O Santa Fé tem argumentos para liderar o respectivo segmento com a versão VGT
Hyundai Santa Fé
 

Hyundai apresentou o Santa Fé VGT
Desempenho melhorado

A Hyundai apresentou há pouco mais de oito dias, a segunda geração do Santa Fé, o SUV da marca que agora surge equipado com uma nova transmissão e um motor mais potente que lhe possibilitam melhorar o seu desempenho. Denominando esta versão como VGT (Variable Geometry Turbocharger), o novo Santa Fé surge dotado com o motor 2.0 CRDi debitando 126 CV de potência, acoplado a uma nova transmissão TOD (Torque-On-Demand), que lhe possibilita, igualmente, melhorar o seu comportamento dinâmico.
O novo Santa Fé VGT substitui, em Portugal, a actual versão 4WD de tracção integral permanente com diferencial central viscoso, apresenta uma transmissão TOD, com tracção no eixo dianteiro variável (segundo as condições do piso), entre 100% e 50% e um eixo traseiro com tracção que pode variar entre os 0% e 50%.
Quanto ao motor, foi adoptado um turbocompressor de “geometria variável” onde a possibilidade de variação do volume de passagem entre as aletas da turbina exposta ao fluxo de gases de escape, maximiza a eficiência do equipamento, nomeadamente a nível de potência, binário e consumos. Também a suspensão sofreu melhorias, com a adopção de uma geometria da suspensão traseira renovada em termos de braços e pontos de ancoragem.
Com estas novas características técnicas, o Santa Fé VGT passa a conduzir-se como um normal tracção anterior em piso seco, transformando-se num 4WD da última geração em pisos escorregadios (terra, água ou gelo).
Apresentado em Portugal em Maio de 2000 e comercializado seis meses depois, o Hyundai Santa Fé rapidamente se afirmou no mercado nacional, onde circulam actualmente cerca de 750 unidades, na sua grande maioria equipadas com o motor CRDi e 4WD, isto apesar da carga fiscal o penalizar fortemente.
Com a introdução do novo Santa Fé VGT, a gama passa agora a dispor de três motores (um gasolina e dois diesel), três transmissões (2WD, 4WD e TOD), duas caixas de velocidade (manual de 5 velocidades e automática/sequencial) e quatro níveis de equipamento (Fun, Sport, Family e Unique), com preços que se estendem dos 27.765 aos 42.730 euros. O Santa Fé VGT é comercializado nas versões Sport e Family, a partir de 34.410 euros (6.898 contos).


Audi A8 4.0 TDI quattro
O novo Audi A8 com motor 4.0 TDi apresenta-se como a berlina diesel com melhores características e prestações da sua classe
Audi A8 4.0 TDI quattro
 

Novo Audi A8 4.0 TDI quattro
Ampliar a oferta

A Audi acaba de apresentar o A8 com um novo motor: V8 TDI, ampliando para três as opções de motorizações destinadas a equipar o topo de gama da marca. Mantendo o carácter desportivo do modelo, o novo A8 4.0 TDI quattro debita 275 CV às 3.750 rpm possuindo um binário máximo de 650 Nm entre as 1.800 e as 2.500 rpm. À imagem do que já acontecia com as duas versões a gasolina, este motor revela características vincadamente desportivas, converte-se no bloco diesel de oito cilindros mais potente do mundo montado numa berlina de série.
O novo motor V8 biturbo (dois intercoolers), é muito mais que evolução do seu antecessor (3.3 litros e 225 CV) conforme a marca fez questão de salientar durante a apresentação nacional, onde o Escape Livre esteve presente. Este bloco, o primeiro TDI que passa a integrar a nova família de motores em V da Audi, apresenta um accionamento para a árvore de cames e grupos secundários através de uma corrente metálica.
A berlina topo de gama - dotada de uma carroçaria em alumínio - acelera dos 0-100 km/h em 6,7 segundos - transformando-a na berlina diesel mais rápida do mercado. A uma velocidade máxima (limitada electronicamente) é de 250 km/h.
O valor do binário (650 Nm) não só torna o A8 4.0 TDI quattro no Audi com o binário mais elevado, liderando a classe, ao mesmo tempo que o seu comportamento dinâmico estabelece uma nova referência na classe.
Já disponível no mercado nacional, o preço final desta nova opção ronda os 113.000 euros, dos quais mais de 43.000 são relativos a impostos.

 

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